Este é um daqueles artigos que nos transmitem tantos ensinamentos que ficamos com vontade de passar para todas as pessoas. Por isso, resolvi colocá-lo no livro, pois com certeza todas as pessoas que lerem poderão adquirir grandes ensinamentos. Bom proveito.
John M.Drescher
Conselhos experientes de um pastor protestante com cinco filhos, sobre a arte de ser pai.
As palavras jorram da boca do homem sentado à minha frente e seus olhos me imploram ajuda. “Que é que eu devia ter feito de maneira diferente? Se os seus filhos voltassem a ser pequenos, que é que você faria? “ Ele estava experimentando o vazio e a angústia que se apoderam de um homem quando seus filhos se afastam. Sentia que tinha falhado como pai.
Suas perguntas calaram no meu espírito.Que é que eu tinha aprendido com a minha própria experiência como pai e durante os anos em que aconselhara outros pais? Se fosse começar de novo, que faria para melhorar as relações com as crianças? Depois de refletir uns instantes, tomei nota dos pontos que considerava mais importantes.
*-Teria mais amor a minha mulher. Na intimidade da vida familiar é fácil que marido e mulher se habituem de tal modo à presença constante um do outro que deixem que a monotonia interfira em sua relação- coisa capaz de destruir até o amor mais profundo. Por isso eu me esforçaria por amar mais a mãe dos meus filhos, deixando-os presenciar esse amor. Seria mais assíduo em demonstrar pequenas atenções- empurrando sua cadeira à mesa, oferecendo-lhe pequenas lembranças em ocasiões especiais, escrevendo-lhe quando estivesse ausente.
Uma criança que sabe que seus pais se amam não necessita de muitas explicações sobre o caráter do amor de Deus ou sobre a beleza do sexo. Ela sente o amor que existe entre seu pai e sua mãe, e isso a prepara para reconhecer o amor verdadeiro em todas as suas relações futuras. Quando os pais de uma criança costumam andar de mãos dadas, ela dá facilmente a mão a qualquer pessoa; mas se eles caminham sempre separados, ela já não o faz com tanta facilidade.
Será sentimentalismo? Se o é, então quer dizer que precisamos dele em muito maior quantidade. É freqüente haver mais sentimento antes do casamento e menos, depois dele.
*-Eu encorajaria o sentimento de grupo. Se uma criança não sente que pertence à família ( é que a lealdade e o amor fluem entre si e sua família), não demorará muito a encontrar o seu grupo primário noutro lado. Há muitas pessoas que, embora pertencendo ao mesmo agrupamento familiar, vivem em mundos completamente separados. Muitas crianças só estão com os pais à hora do jantar; outras passam dias sem os ver. O tempo que as crianças vivem com os pais chega por vezes a não passar de alguns minutos por semana.
*-Eu aproveitaria a hora das refeições para conversar sobre os acontecimentos do dia, em vez de comer correndo. Tentaria tornar a hora de ir para a cama uma das coisas mais agradáveis. Sei que esse momento pode facilmente se transformar em algo muito tenso, uma vez que todos estamos cansados. No entanto, quando perguntaram a certo jovem “Que é que o faz sentir que pertence à sua família?, ele deu a seguinte resposta: “ Os momentos mais felizes da minha infância foram aqueles em que minha mãe lia para nós antes de a gente ir se deitar.”Sinto pena das crianças e das famílias em que os filhos são enfiados às pressas na cama. Eu, por mim, arranjaria mais tempo para jogos ou planos de que todos pudéssemos participar – criando assim oportunidades de aprender atitudes de honestidade, consideração, respeito mútuo e simpatia.
Quando uma criança sente que pertence à família, possui uma segurança que não lhe pode ser dada por mais nada, e uma estabilidade que a defende contra o desprezo do grupo e a dureza do mundo.
*-Riria mais com meus filhos. Alguém disse que a melhor maneira de fazer bem às crianças é torná-las felizes. Vejo agora que muitas vezes fui sisudo demais. Enquanto meus filhos adoravam rir, eu, de certo modo, pensava que ser pai era unicamente um problema.
Lembro-me das peças cômicas que nossos filhos representavam para nós, das histórias que traziam da escola e das vezes em que caí em suas brincadeiras e jogos de palavras. Foram estas experiências felizes que deram uma dimensão maior ao nosso amor e permitiram que fizéssemos muitas coisas juntos- e são elas que hoje continuam a unir-nos.
*-Ouviria com mais atenção os meus filhos. Para a maioria das pessoas, conversa de criança não passa de um palrear sem importância. No entanto, hoje creio que existe uma relação vital entre escutar as preocupações de uma criança enquanto ela é pequena e quanto ela vai partilhar os seus problemas com os pais quando for adolescente.
Se os meus filhos voltassem a ser pequenos, eu iria me impacientar menos quando eles me interrompessem a leitura. Conheço a história de um garoto que tentou várias vezes mostrar ao pai um arranhão que tinha no dedo. Por fim o pai parou de ler e disse com impaciência: “ Mas que é que você quer que eu faça?” “ Bastava dizer “uhn!” papai”, reclamou o menino.
Certa vez eu estava com um pai a quem um filho pequeno chamava e voltava a chamar, sem que ele lhe respondesse. “É apenas o garoto chamando , disse o homem; e eu pensei comigo: Não será preciso muito para que o pai chame o filho e este diga que é apenas o velho chamando.
*-Seria mais encorajador. Creio que não há nada que estimule mais uma criança a amar a vida, a procurar realizar-se e a ganhar confiança do que elogiá-la sinceramente nos momentos em que proceder bem.
Quando Sir Walter Scott tinha 15 anos , foi certa vez convidado a uma casa onde se encontravam algumas personalidades literárias muito conhecidas. Robert Burns estava admirando um quadro que tinha uns versos escritos por baixo e perguntou quem era o autor. Ninguém parecia saber a resposta, até que por fim o jovem Scott disse quem era. Consta que Burns , surpreendido e encantado, exclamou: “Ora veja! Um dia você ainda vai ser um grande homem na Escócia!” A partir de então, Walter tornou-se um rapaz diferente, que confiava na sua própria grandeza.
Tenho certeza de que o encorajar é uma disciplina melhor que o culpar ou repreender. Isso de criticar sempre tira da criança a segurança em si mesma, enquanto encorajá-la lhe dá confiança e a ajuda a amadurecer. No mais profundo da natureza humana, há sempre o desejo de ser admirado.
Assim, se eu estivesse começando a formar família, insistiria no elogio diário, recordando o conselho de Goethe de ver não só o que a criança é agora, mas aquilo que poderá vir a ser.
*-Procuraria dar a conhecer Deus mais intimamente. Não somos pessoas completas se insistirmos unicamente no nosso lado físico, social e intelectual. Nós somos seres espirituais. Se o mundo é conhecer Deus e a sua vontade, então os pais devem ser os primeiros a transmitir isso. Pela minha parte eu tentaria partilhar minha fé com as crianças aproveitando ambientes informais e acontecimentos não planejados. Daria mais atenção às coisas que meu filho descobrisse ou que o preocupassem, e encontraria neste procedimento uma maneira natural de discutir verdades espirituais.,
Perguntaram certa vez a um célebre professor inglês: “ Em que parte do seu programa inclui você o ensino da religião? “ “ Ensinamo-la o dia inteiro” , respondeu. “Ensinamo-la na matemática, pela precisão; na literatura, aprendendo a saber dizer aquilo que queremos; na história, pela humanidade; na geografia, alargando o espírito; nos trabalhos manuais , pela perfeição; e nos jogos, pela honestidade. Ensinamos religião ensinando a tratar bem os animais a ter maneiras e a ser verdadeiro em todas as coisas”
Lembro-me de um menino que numa noite, cheio de medo dos trovões, chamou: “ Vem aqui, papai. Estou morrendo de medo!” “ Meu filho” , respondeu o pai, “ Deus o ama e cuidará de você.” “ Eu sei que Deus me ama”, volveu o garoto” mas o que quero agora é alguém de carne e osso.”
Se eu começasse de novo a minha família, era isso que eu quereria ser acima de tudo: o amor de Deus, mas em carne e osso.
John M.Drescher
Transcrito por
Paulo Mascarenhas
Blog com informações, textos, estudos, mensagens e fotos da IEQ cotolengo. Curitiba - Paraná. Fone: (41) 3274-8505 ou 9999-2145 Expediente das 12:00 às 17:00 de Seg à Sex. Nosso e-mail: ieqdocotolengo@gmail.com Ministério do Rev. Paulo Canto
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Aborto: 71% dos brasileiros contra mudança na lei; só 7% pensam como Dilma
Fonte: Revista Veja
O apoio à proibição do aborto é o mais alto no Brasil desde 1993, quando o Datafolha começou a série histórica de perguntas sobre o tema. Segundo pesquisa realizada na última sexta-feira em todo o país, 71% dos entrevistados afirmam que a legislação sobre o aborto deve ficar como está, contra 11% que defendem a ampliação das hipóteses em que a prática é permitida e 7% que apóiam a descriminalização.
Atualmente, o Código Penal brasileiro classifica o aborto entre os crimes contra a vida. A pena prevista para a mulher que o provocar ou permitir a prática em si mesma vai de um a três anos de detenção (artigo 124). O código prevê duas situações em que o aborto não é crime (artigo 128): se não há outro meio de salvar a vida da gestante e se a gravidez é resultado de estupro. Segundo Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha, a rejeição recorde ao aborto pode ser resultado da ampla exposição que o tema teve nas últimas semanas.
O aborto ganhou espaço na mídia e na boca dos candidatos a presidente no final do primeiro turno, impulsionados pela movimentação de igrejas evangélicas e segmentos católicos que pregavam voto anti-Dilma Rousseff (PT) e pró-vida -a petista já defendeu a prática.
Na propaganda eleitoral de sexta, a primeira do segundo turno, tanto Dilma quanto José Serra (PSDB) falaram sobre o tema. Segundo o Datafolha, a taxa dos eleitores que afirmam querer que a lei fique como está é semelhante entre os que no primeiro turno votaram em Dilma (71%), em Serra (72%) e em Marina Silva (70%), candidata do PV.
O apoio à proibição do aborto é razoavelmente homogêneo em todas as faixas da população, sempre em torno de 70%. No entanto, entre os que têm ensino superior e os mais ricos há menos apoiadores: 63% e 56%, respectivamente.
No levantamento feito em 1993, 54% afirmavam que as exceções deveriam continuar restritas aos casos de estupro e de risco à vida da gestante, enquanto 23% diziam apoiar o aborto em mais casos e 18% eram favoráveis a descriminalizar a prática.
Desde então, a manutenção da atual legislação veio ganhando apoio. Em 1997, 55% diziam apoiar a proibição. Em 2006, o número passou para 63%, depois para 68% em 2008.
Por Reinaldo Azevedo
O apoio à proibição do aborto é o mais alto no Brasil desde 1993, quando o Datafolha começou a série histórica de perguntas sobre o tema. Segundo pesquisa realizada na última sexta-feira em todo o país, 71% dos entrevistados afirmam que a legislação sobre o aborto deve ficar como está, contra 11% que defendem a ampliação das hipóteses em que a prática é permitida e 7% que apóiam a descriminalização.
Atualmente, o Código Penal brasileiro classifica o aborto entre os crimes contra a vida. A pena prevista para a mulher que o provocar ou permitir a prática em si mesma vai de um a três anos de detenção (artigo 124). O código prevê duas situações em que o aborto não é crime (artigo 128): se não há outro meio de salvar a vida da gestante e se a gravidez é resultado de estupro. Segundo Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha, a rejeição recorde ao aborto pode ser resultado da ampla exposição que o tema teve nas últimas semanas.
O aborto ganhou espaço na mídia e na boca dos candidatos a presidente no final do primeiro turno, impulsionados pela movimentação de igrejas evangélicas e segmentos católicos que pregavam voto anti-Dilma Rousseff (PT) e pró-vida -a petista já defendeu a prática.
Na propaganda eleitoral de sexta, a primeira do segundo turno, tanto Dilma quanto José Serra (PSDB) falaram sobre o tema. Segundo o Datafolha, a taxa dos eleitores que afirmam querer que a lei fique como está é semelhante entre os que no primeiro turno votaram em Dilma (71%), em Serra (72%) e em Marina Silva (70%), candidata do PV.
O apoio à proibição do aborto é razoavelmente homogêneo em todas as faixas da população, sempre em torno de 70%. No entanto, entre os que têm ensino superior e os mais ricos há menos apoiadores: 63% e 56%, respectivamente.
No levantamento feito em 1993, 54% afirmavam que as exceções deveriam continuar restritas aos casos de estupro e de risco à vida da gestante, enquanto 23% diziam apoiar o aborto em mais casos e 18% eram favoráveis a descriminalizar a prática.
Desde então, a manutenção da atual legislação veio ganhando apoio. Em 1997, 55% diziam apoiar a proibição. Em 2006, o número passou para 63%, depois para 68% em 2008.
Por Reinaldo Azevedo
Anjos, Querubins e Serafins
1- ANJOS
Seres celestiais mais elevados do que o homem em dignidade, Sl 8.6; Hb 2.7, que não se casam nem se dão em casamento, Mt 22.30. Pela sua natureza, são chamados filhos de Deus, pelo menos em poesia, Jó 1.6; 37.7, e pelo seu caráter, são chamados santos, Jó 5.1; Si 89.5,7. O seu oficio é determinado pela palavra anjo. Em outros livros da Bíblia, há indícios de duas categorias de anjos em oficio e dignidade, como sejam os arcanjos (chefes) e outros de inferior posição, 1Ts 4.16; Jd 9. Estas duas classes não são as únicas. Há os anjos caídos e os que não caíram; há tronos e domínios, principados e potestades, Rm 8.38; Ef 1.21; 3.10; Cl 1.16; 2.15. Querubins e Serafins, todos os quais parecem pertencer à classe angélica.
As forças inanimadas da natureza pelas quais se opera todo o movimento econômico do universo são mensageiros de Deus, Sl 104.4. A pestilência e a morte, quando obedecem a atos especiais do governo divino, são representadas como operando sob a direção dos anjos, 2Rs 24.16; 19.25; Zc 1.7-17. Escapando à vista humana, acampam-se a roda dos que temem a Deus, Sl 34.7; Gn 28.12; 48.16; 2Rs 6.17; Is 43.9.
O Anjo do Senhor apareceu em forma humana a Abraão, a Agar, a Ló, a Moisés e a Josué; aos israelitas em Boquim, a Gideão e a Manoé. Um anjo do Senhor apareceu a Elias e a Daniel. Os anjos ocupam lugar saliente na história de Jesus, anunciando o seu nascimento e o de seu precursor, proclamando o seu advento aos pastores, servindo-o depois de sua vitória no deserto e de sua angústia no jardim, Lc 22.43, Foram ainda os anjos que deram as boas novas aos discípulos na ressurreição e ascensão. Um anjo assistiu a Pedro, outro a Paulo.
Alguns destes mensageiros de Deus são conhecidos pelos seus nomes, como Gabriel, Dn 8.16; 9.21; Lc 1.19,20: e Miguel, Dn 10.13,21; Jd 9; Ap 12.7. Há alguns anjos, enviados a executar ordens divinas, que são chamados Anjo do Senhor, 2Sm 24.16: 1Rs 19.5-7. Também se menciona um anjo, que em certas circunstâncias parece ser distinto de Jeová e que, no entanto se identifica com ele, Gn 16.10,13,14,33; 22.11,12,15,16; 31.11,13; Ex 3.2,4; Js 5.13-15; 6.2; Zc 1.10-13: 3.1,2. Assim, em Gn 32.30, se menciona um anjo em que se revelava a face de Jeová que tinha o nome de Jeová, e cuja presença equivalia a presença de Jeová, Gn 22.11; Ex 32:14: 33.14; Is 63.9. O anjo do Senhor aparece como uma manifestação de Jeová, um com ele e, todavia diferente dele.
2- QUERUBINS
Nome do guardião que o Senhor pôs à entrada do Éden para impedir que nossos primeiros pais se aproximassem da árvore da Vida, depois de serem expulsos do Paraíso, Gn 3.24. Quando se construiu a Arca para o Tabernáculo, foram trabalhados dois querubins, feitos de puro ouro, e colocados sobre a arca com as faces voltadas um para o outro, e cobrindo-a com as asas estendidas, Ex 25.18-20; 37.7-9.
Simbolizavam a presença de Jeová, cuja glória se manifestava entre eles, Lv 16.2, e que habitava no meio de seu povo, estando presente no tabernáculo para receber a sua adoração, Ex 25.22; Lv 1.1. Há freqüentes referências à habitação de Jeová entre querubins, Nm 7.89; 1Sm 4.4; 2Sm 6.2; 2Rs 19.15; Sl 80.1; 99.1; Is 37.16. As cortinas do Tabernáculo eram bordadas com as figuras de querubins, Ex 26.1.
No oráculo do Templo foram postos dois gigantescos querubins de quase seis metros de altura, cujas asas estendidas tinham igual comprimento à altura. Eram feitos de pau de oliveira e cobertos de ouro, 1Rs 6.23-28; 8.7; 2Cr 3.10-13; 5.7,8; Hb 9.5.
As paredes do Templo eram esculpidas em roda de entalhes e molduras, com querubins e palmas, 2Rs 6.29, Em um poema, Davi representa Jeová montado sobre querubins e voando sobre as asas dos ventos, 2Sm 22.11; Sl 18.10. Ezequiel teve uma visão de querubins perto do rio Cobar, cada um deles tinha quatro faces e quatro asas, Ez 10.1-22; comp. 9. 3. Os quatro querubins parecem ser idênticos às criaturas que ele viu, cada uma com quatro faces com rosto de homem, rosto de leão, rosto de boi e rosto de águia, cp. 1.5-12; com 10.20,21.
Estes querubins sustentavam o trono de Jeová, 1.26-28; 9.3. Finalmente, o apóstolo João descreve no Apocalipse quatro animais com rostos semelhantes aos já descritos, Ap 4.6-9. Em toda a Bíblia os querubins são apresentados como seres, entes animados, com a inteligência de homem, com a força do boi, com a coragem do leão e com movimentos livres como a águia para dominar o espaço. Eles representam uma ordem de anjos.
3- SERAFINS
Nome de entes celestiais que estavam à roda do trono de Deus, na visão de Isaías. Cada um deles tinha seis asas: com duas cobria a face, e com outras duas cobriam os pés e com duas voavam. E clamavam um para o outro, e diziam: “Santo, Santo, Santo, Senhor Deus dos Exércitos cheia está toda a terra da sua glória”, Is 6. 2,3.
Tendo o profeta confessado ser homem de lábios impuros, um dos serafins voou para ele levando na mão uma brasa viva, que havia tomado do altar com uma tenaz, e tocou com ela a boca do profeta dizendo: “Eis aqui tocou esta brasa os teus lábios, e será tirada a tua iniqüidade, e lavado será o seu pecado”.A Escritura nada mais diz a respeito de serafins, senão o que se contém nesta passagem. Quem eram eles? Os serafins eram uma ordem superior de anjos, segundo o entendimento dos judeus.
Fonte: Dic. Bíblia John Davis
Seres celestiais mais elevados do que o homem em dignidade, Sl 8.6; Hb 2.7, que não se casam nem se dão em casamento, Mt 22.30. Pela sua natureza, são chamados filhos de Deus, pelo menos em poesia, Jó 1.6; 37.7, e pelo seu caráter, são chamados santos, Jó 5.1; Si 89.5,7. O seu oficio é determinado pela palavra anjo. Em outros livros da Bíblia, há indícios de duas categorias de anjos em oficio e dignidade, como sejam os arcanjos (chefes) e outros de inferior posição, 1Ts 4.16; Jd 9. Estas duas classes não são as únicas. Há os anjos caídos e os que não caíram; há tronos e domínios, principados e potestades, Rm 8.38; Ef 1.21; 3.10; Cl 1.16; 2.15. Querubins e Serafins, todos os quais parecem pertencer à classe angélica.
As forças inanimadas da natureza pelas quais se opera todo o movimento econômico do universo são mensageiros de Deus, Sl 104.4. A pestilência e a morte, quando obedecem a atos especiais do governo divino, são representadas como operando sob a direção dos anjos, 2Rs 24.16; 19.25; Zc 1.7-17. Escapando à vista humana, acampam-se a roda dos que temem a Deus, Sl 34.7; Gn 28.12; 48.16; 2Rs 6.17; Is 43.9.
O Anjo do Senhor apareceu em forma humana a Abraão, a Agar, a Ló, a Moisés e a Josué; aos israelitas em Boquim, a Gideão e a Manoé. Um anjo do Senhor apareceu a Elias e a Daniel. Os anjos ocupam lugar saliente na história de Jesus, anunciando o seu nascimento e o de seu precursor, proclamando o seu advento aos pastores, servindo-o depois de sua vitória no deserto e de sua angústia no jardim, Lc 22.43, Foram ainda os anjos que deram as boas novas aos discípulos na ressurreição e ascensão. Um anjo assistiu a Pedro, outro a Paulo.
Alguns destes mensageiros de Deus são conhecidos pelos seus nomes, como Gabriel, Dn 8.16; 9.21; Lc 1.19,20: e Miguel, Dn 10.13,21; Jd 9; Ap 12.7. Há alguns anjos, enviados a executar ordens divinas, que são chamados Anjo do Senhor, 2Sm 24.16: 1Rs 19.5-7. Também se menciona um anjo, que em certas circunstâncias parece ser distinto de Jeová e que, no entanto se identifica com ele, Gn 16.10,13,14,33; 22.11,12,15,16; 31.11,13; Ex 3.2,4; Js 5.13-15; 6.2; Zc 1.10-13: 3.1,2. Assim, em Gn 32.30, se menciona um anjo em que se revelava a face de Jeová que tinha o nome de Jeová, e cuja presença equivalia a presença de Jeová, Gn 22.11; Ex 32:14: 33.14; Is 63.9. O anjo do Senhor aparece como uma manifestação de Jeová, um com ele e, todavia diferente dele.
2- QUERUBINS
Nome do guardião que o Senhor pôs à entrada do Éden para impedir que nossos primeiros pais se aproximassem da árvore da Vida, depois de serem expulsos do Paraíso, Gn 3.24. Quando se construiu a Arca para o Tabernáculo, foram trabalhados dois querubins, feitos de puro ouro, e colocados sobre a arca com as faces voltadas um para o outro, e cobrindo-a com as asas estendidas, Ex 25.18-20; 37.7-9.
Simbolizavam a presença de Jeová, cuja glória se manifestava entre eles, Lv 16.2, e que habitava no meio de seu povo, estando presente no tabernáculo para receber a sua adoração, Ex 25.22; Lv 1.1. Há freqüentes referências à habitação de Jeová entre querubins, Nm 7.89; 1Sm 4.4; 2Sm 6.2; 2Rs 19.15; Sl 80.1; 99.1; Is 37.16. As cortinas do Tabernáculo eram bordadas com as figuras de querubins, Ex 26.1.
No oráculo do Templo foram postos dois gigantescos querubins de quase seis metros de altura, cujas asas estendidas tinham igual comprimento à altura. Eram feitos de pau de oliveira e cobertos de ouro, 1Rs 6.23-28; 8.7; 2Cr 3.10-13; 5.7,8; Hb 9.5.
As paredes do Templo eram esculpidas em roda de entalhes e molduras, com querubins e palmas, 2Rs 6.29, Em um poema, Davi representa Jeová montado sobre querubins e voando sobre as asas dos ventos, 2Sm 22.11; Sl 18.10. Ezequiel teve uma visão de querubins perto do rio Cobar, cada um deles tinha quatro faces e quatro asas, Ez 10.1-22; comp. 9. 3. Os quatro querubins parecem ser idênticos às criaturas que ele viu, cada uma com quatro faces com rosto de homem, rosto de leão, rosto de boi e rosto de águia, cp. 1.5-12; com 10.20,21.
Estes querubins sustentavam o trono de Jeová, 1.26-28; 9.3. Finalmente, o apóstolo João descreve no Apocalipse quatro animais com rostos semelhantes aos já descritos, Ap 4.6-9. Em toda a Bíblia os querubins são apresentados como seres, entes animados, com a inteligência de homem, com a força do boi, com a coragem do leão e com movimentos livres como a águia para dominar o espaço. Eles representam uma ordem de anjos.
3- SERAFINS
Nome de entes celestiais que estavam à roda do trono de Deus, na visão de Isaías. Cada um deles tinha seis asas: com duas cobria a face, e com outras duas cobriam os pés e com duas voavam. E clamavam um para o outro, e diziam: “Santo, Santo, Santo, Senhor Deus dos Exércitos cheia está toda a terra da sua glória”, Is 6. 2,3.
Tendo o profeta confessado ser homem de lábios impuros, um dos serafins voou para ele levando na mão uma brasa viva, que havia tomado do altar com uma tenaz, e tocou com ela a boca do profeta dizendo: “Eis aqui tocou esta brasa os teus lábios, e será tirada a tua iniqüidade, e lavado será o seu pecado”.A Escritura nada mais diz a respeito de serafins, senão o que se contém nesta passagem. Quem eram eles? Os serafins eram uma ordem superior de anjos, segundo o entendimento dos judeus.
Fonte: Dic. Bíblia John Davis
sábado, 21 de agosto de 2010
Vaticano quer conter evangélicos com padre acusado de forjar milagre
Documentos obtidos pelo autor de “Padre Cícero: Poder, Fé e Guerra no Sertão” nos arquivos do Vaticano mostram que a Igreja Católica deu a largada para criar um santo brasileiro, com a intenção de conter a ofensiva evangélica no país, o que pode abrir terreno para uma nova era de exploração política e comercial da religião no Nordeste.
O livro de 544 páginas começou a chegar às livrarias, nesta quinta-feira (12). Lançado pela Companhia das Letras, a obra é fruto de um trabalho de pesquisa de dois anos nos arquivos da Igreja Católica. Atualmente, no Vaticano, há um processo de reabilitação do padre Cícero (1844-1934), excomungado no passado devido a seus relatos de milagres.
Em podcast, o autor Lira Neto conta que o papa Bento 16 abriu o processo de reabilitação do padre, que morreu proibido de batizar, casar, celebrar missa, ouvir confissões, entre outras tarefas sacerdotais.
Ele cita os passos do processo de reabilitação rumo a uma canonização. O primeiro passo é a anistia, em que o padre será absolvido das acusações de forjar milagres. Depois, avança para uma beatificação até ser saudado como santo, em um processo que pode durar décadas, mas que pode ser acelerado devido aos planos do Vaticano de evitar uma perda mais acentuada de devotos para as igrejas neopentecostais.
O biógrafo diz que já surgem sinais mais claros da reabilitação, como a elevação da igreja construída por Cícero em Juazeiro do Norte (CE) à condição de basílica, bem como a instalação de um vitral ao lado dos santos católicos na capela em que o corpo do padre está enterrado.
Ele diz que existe uma mercatilização da fé usando a imagem de Cícero, mas também lembra o aspecto social e transgressor da questão: cerca de 2,5 milhões de devotas já consideram um santo o “padim Ciço”, como dizem, na contramão das ordens da cúpula católica.
“É uma fé insubmissa, indomável, que não se enquadra nos rituais oficiais da igreja”, afirma o biógrafo.
Jornalista Lira Neto lança biografia de Padre Cícero
Tudo começou em 1889, quando Cícero, então um jovem sacerdote de Juazeiro do Norte, ao oferecer a comunhão à beata Maria de Araújo, viu a hóstia simplesmente… sangrar. O evento se repetiria inúmeras vezes, com diferentes audiências. Médicos foram chamados, mas não conseguiram explicar o fenômeno, considerado, a partir de então, um milagre pela população local. Os homens da Igreja, porém, não acreditaram no que se passava. Julgaram Cícero um mistificador, um explorador da ingenuidade popular.
Os relatos do livro referentes a passagens supostamente milagrosas são muito vívidos. Apesar de não ser religioso, Lira Neto não nega de modo taxativo esses eventos. “Algo aconteceu ali”, diz. No texto, porém, deixa transparecer certa ironia com relação a episódios que parecem delirantes. “Uso um pouco de humor. Por outro lado, alimento um profundo respeito pela devoção alheia.”
Para reconstruir tais eventos e o diálogo entre autoridades da Igreja no Brasil e destes com Roma e o tribunal do Santo Ofício, Lira Neto contou com o acervo da Cúria do Crato, onde estão mais de 900 cartas.
Também conseguiu uma fonte de informações valiosa no Vaticano, que não revela. O livro mostra como, suspenso das atividades sacerdotais, Cícero voltou-se para a política. Lira Neto acha que, assim, demonstrou capacidade de reinvenção. “Cícero foi engolfado pelo instante histórico que o gerou. Mas soube se posicionar e sobreviveu a outros beatos, varridos pela história.”
Samba e cachaça
O biógrafo diz querer desconstruir a imagem de místico caricato do líder. Considera-o um homem inteligente e sagaz ao fazer alianças. E muito, mas muito conservador. Era obcecado por reconstituir famílias desagregadas. Posicionava-se contra o samba e a cachaça. O tom de seus discursos, muitas vezes, era apocalíptico.
O autor chama a atenção para os dois universos diferentes que o formaram. “Tinha um pé no universo sertanejo, mas carregava a rigidez do seminário em que estudou. Não era culto, mas lia livros de autores ocultistas. Tinha dificuldade na articulação das ideias e concebia o mundo com simplicidade.
Mas era hábil nas relações e, com isso, manteve-se.” Lira Neto trabalhou mais de dez anos no jornal “O Povo” como repórter e, depois, como ombudsman da publicação. Também é autor das biografias “Maysa” e “Castello”.
Conta que sempre sonhou em escrever a história do Padre Cícero, mas que achava o personagem “grande demais”. A perspectiva de mexer com documentos inéditos o estimulou a ir em frente com o projeto. O jornalista não tem dúvida de que Cícero será absolvido.
Considera que o interesse da Igreja Católica no processo é o de deter o avanço da Igreja Evangélica no Brasil ao atrair para si um ícone popular que costuma levar mais de 2,5 milhões de peregrinos todos os anos a Juazeiro do Norte.
Fonte:Gospel prime
O livro de 544 páginas começou a chegar às livrarias, nesta quinta-feira (12). Lançado pela Companhia das Letras, a obra é fruto de um trabalho de pesquisa de dois anos nos arquivos da Igreja Católica. Atualmente, no Vaticano, há um processo de reabilitação do padre Cícero (1844-1934), excomungado no passado devido a seus relatos de milagres.
Em podcast, o autor Lira Neto conta que o papa Bento 16 abriu o processo de reabilitação do padre, que morreu proibido de batizar, casar, celebrar missa, ouvir confissões, entre outras tarefas sacerdotais.
Ele cita os passos do processo de reabilitação rumo a uma canonização. O primeiro passo é a anistia, em que o padre será absolvido das acusações de forjar milagres. Depois, avança para uma beatificação até ser saudado como santo, em um processo que pode durar décadas, mas que pode ser acelerado devido aos planos do Vaticano de evitar uma perda mais acentuada de devotos para as igrejas neopentecostais.
O biógrafo diz que já surgem sinais mais claros da reabilitação, como a elevação da igreja construída por Cícero em Juazeiro do Norte (CE) à condição de basílica, bem como a instalação de um vitral ao lado dos santos católicos na capela em que o corpo do padre está enterrado.
Ele diz que existe uma mercatilização da fé usando a imagem de Cícero, mas também lembra o aspecto social e transgressor da questão: cerca de 2,5 milhões de devotas já consideram um santo o “padim Ciço”, como dizem, na contramão das ordens da cúpula católica.
“É uma fé insubmissa, indomável, que não se enquadra nos rituais oficiais da igreja”, afirma o biógrafo.
Jornalista Lira Neto lança biografia de Padre Cícero
Tudo começou em 1889, quando Cícero, então um jovem sacerdote de Juazeiro do Norte, ao oferecer a comunhão à beata Maria de Araújo, viu a hóstia simplesmente… sangrar. O evento se repetiria inúmeras vezes, com diferentes audiências. Médicos foram chamados, mas não conseguiram explicar o fenômeno, considerado, a partir de então, um milagre pela população local. Os homens da Igreja, porém, não acreditaram no que se passava. Julgaram Cícero um mistificador, um explorador da ingenuidade popular.
Os relatos do livro referentes a passagens supostamente milagrosas são muito vívidos. Apesar de não ser religioso, Lira Neto não nega de modo taxativo esses eventos. “Algo aconteceu ali”, diz. No texto, porém, deixa transparecer certa ironia com relação a episódios que parecem delirantes. “Uso um pouco de humor. Por outro lado, alimento um profundo respeito pela devoção alheia.”
Para reconstruir tais eventos e o diálogo entre autoridades da Igreja no Brasil e destes com Roma e o tribunal do Santo Ofício, Lira Neto contou com o acervo da Cúria do Crato, onde estão mais de 900 cartas.
Também conseguiu uma fonte de informações valiosa no Vaticano, que não revela. O livro mostra como, suspenso das atividades sacerdotais, Cícero voltou-se para a política. Lira Neto acha que, assim, demonstrou capacidade de reinvenção. “Cícero foi engolfado pelo instante histórico que o gerou. Mas soube se posicionar e sobreviveu a outros beatos, varridos pela história.”
Samba e cachaça
O biógrafo diz querer desconstruir a imagem de místico caricato do líder. Considera-o um homem inteligente e sagaz ao fazer alianças. E muito, mas muito conservador. Era obcecado por reconstituir famílias desagregadas. Posicionava-se contra o samba e a cachaça. O tom de seus discursos, muitas vezes, era apocalíptico.
O autor chama a atenção para os dois universos diferentes que o formaram. “Tinha um pé no universo sertanejo, mas carregava a rigidez do seminário em que estudou. Não era culto, mas lia livros de autores ocultistas. Tinha dificuldade na articulação das ideias e concebia o mundo com simplicidade.
Mas era hábil nas relações e, com isso, manteve-se.” Lira Neto trabalhou mais de dez anos no jornal “O Povo” como repórter e, depois, como ombudsman da publicação. Também é autor das biografias “Maysa” e “Castello”.
Conta que sempre sonhou em escrever a história do Padre Cícero, mas que achava o personagem “grande demais”. A perspectiva de mexer com documentos inéditos o estimulou a ir em frente com o projeto. O jornalista não tem dúvida de que Cícero será absolvido.
Considera que o interesse da Igreja Católica no processo é o de deter o avanço da Igreja Evangélica no Brasil ao atrair para si um ícone popular que costuma levar mais de 2,5 milhões de peregrinos todos os anos a Juazeiro do Norte.
Fonte:Gospel prime
Evangelismo
Como podem os Cristãos envolver-se no evangelismo? Eles devem pessoalmente assumir a responsabilidade de transmitir o evangelho. A Bíblia diz em Mateus 9:37-38 “Então disse a seus discípulos: Na verdade, a seara é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara.”
O evangelismo é um trabalho para todos os Cristãos em todo o mundo. A Bíblia diz em Mateus 28:19-20 “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos.”
Compartilhar Jesus Cristo com outros deve ser parte do nosso estilo de vida. A Bíblia diz em Colossenses 1:26-29 “O mistério que esteve oculto dos séculos, e das gerações; mas agora foi manifesto aos seus santos, a quem Deus quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vós, a esperança da glória; o qual nós anunciamos, admoestando a todo homem, e ensinando a todo homem em toda a sabedoria, para que apresentemos todo homem perfeito em Cristo; para isso também trabalho, lutando segundo a sua eficácia, que opera em mim poderosamente.”
As Boas Novas devem ser pregadas em toda a parte antes de Jesus voltar. A Bíblia diz em Mateus 24:14 “E este evangelho do reino será pregado no mundo inteiro, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim.”
Não precisa ser sofisticado, ou ter muitos diplomas para compartilhar Jesus Cristo com outros. A Bíblia diz em 1 Coríntios 2:1-5 “E eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não fui com sublimidade de palavras ou de sabedoria. Porque nada me propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo, e este crucificado. E eu estive convosco em fraqueza, e em temor, e em grande tremor. A minha linguagem e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria, mas em demonstração do Espírito de poder; para que a vossa fé não se apoiasse na sabedoria dos homens, mas no poder de Deus.”
Deus nos chama a ser representantes de Jesus. A Bíblia diz em 2 Coríntios 5:20 “De sorte que somos embaixadores por Cristo, como se Deus por nós vos exortasse. Rogamo-vos, pois, por Cristo que vos reconcilieis com Deus.”
Evangelismo é falar sobre Cristo, mas é também ser um modelo da verdade. A Bíblia diz em Marcos 16:15 “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura.” . A Bíblia diz em João 13:35 “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros.”
Evangelismo é mais que pregar e dar testemunho. A Bíblia diz em Isaías 61:1 “O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas-novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos.”
Fonte:
Jesus voltará
O evangelismo é um trabalho para todos os Cristãos em todo o mundo. A Bíblia diz em Mateus 28:19-20 “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos.”
Compartilhar Jesus Cristo com outros deve ser parte do nosso estilo de vida. A Bíblia diz em Colossenses 1:26-29 “O mistério que esteve oculto dos séculos, e das gerações; mas agora foi manifesto aos seus santos, a quem Deus quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vós, a esperança da glória; o qual nós anunciamos, admoestando a todo homem, e ensinando a todo homem em toda a sabedoria, para que apresentemos todo homem perfeito em Cristo; para isso também trabalho, lutando segundo a sua eficácia, que opera em mim poderosamente.”
As Boas Novas devem ser pregadas em toda a parte antes de Jesus voltar. A Bíblia diz em Mateus 24:14 “E este evangelho do reino será pregado no mundo inteiro, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim.”
Não precisa ser sofisticado, ou ter muitos diplomas para compartilhar Jesus Cristo com outros. A Bíblia diz em 1 Coríntios 2:1-5 “E eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não fui com sublimidade de palavras ou de sabedoria. Porque nada me propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo, e este crucificado. E eu estive convosco em fraqueza, e em temor, e em grande tremor. A minha linguagem e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria, mas em demonstração do Espírito de poder; para que a vossa fé não se apoiasse na sabedoria dos homens, mas no poder de Deus.”
Deus nos chama a ser representantes de Jesus. A Bíblia diz em 2 Coríntios 5:20 “De sorte que somos embaixadores por Cristo, como se Deus por nós vos exortasse. Rogamo-vos, pois, por Cristo que vos reconcilieis com Deus.”
Evangelismo é falar sobre Cristo, mas é também ser um modelo da verdade. A Bíblia diz em Marcos 16:15 “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura.” . A Bíblia diz em João 13:35 “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros.”
Evangelismo é mais que pregar e dar testemunho. A Bíblia diz em Isaías 61:1 “O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas-novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos.”
Fonte:
Jesus voltará
Quantos Evangélicos há no Brasil?
Fonte: IBGE
Análise e Gráficos: SEPAL Pesquisas
Fontes de Dados: O IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, é uma fonte confiável de dados sobre a população evangélica devido às suas boas pesquisas. Durante a década de 90, importantes estudos acadêmicos e sociológicos que confirmam a validade dos dados do IBGE, foram publicados pelo ISER, Instituto de Estudos da Religião, do Rio de Janeiro e pelo Departamento de Sociologia da USP em São Paulo.
Temos que reconhecer que os dados do Censo não respondem a todas as perguntas. Por exemplo, quais grupos étnicos já foram alcançados com o Evangelho e quais não? Quantas igrejas locais já foram implantadas e onde se localizam? Porém, enquanto a Igreja brasileira se organiza para fazer sua própria pesquisa, muitas conclusões e observações podem ser feitas com base nos dados já existentes que ajudam a estabelecer alvos e planejar o trabalho na obra de alcançar o nosso Brasil com o Evangelho de Jesus Cristo.
Nos últimos anos, a Sepal Pesquisas e o Projeto Brasil 2010 levantaram informações em algumas cidades brasileiras. Visite o site www.brasil2010.org para ler os relatórios.
As informações a seguir foram baseadas nos dados do IBGE dos Censos de 1980, 1991 e 2000. Para pesquisar pessoalmente os dados sobre os grupos religiosos do Brasil, você pode visitar a página do IBGE na Internet (www.sidra.ibge.gov.br).
O Crescimento da Igreja Evangélica no Brasil:
Agradecemos a Deus pelo extraordinário crescimento que Ele tem dado à Igreja Evangélica no Brasil! A Igreja cresceu mais que o dobro do ritmo da população durante mais de 20 anos. De 1970 até 1980 a Igreja cresceu 5,06% ao ano enquanto a população cresceu 2,48% ao ano. De 1980 a 1991, este crescimento continuou numa taxa semelhante, apesar do crescimento da população diminuir um pouco (5,18% ao ano - Igreja e 1,93% ao ano - população). De 1991 a 2000, a diferença entre o crescimento da população e o crescimento dos evangélicos aumentou; o crescimento dos evangélicos chegou a superar em quatro vezes o crescimento da população do país (7,43% ao ano - Igreja e 1,63% ao ano – população).
Este gráfico mostra o crescimento dos evangélicos e da população no Brasil de 1980 a 1991 e de 1991 a 2000. Como pode perceber, existem variações regionais, mas o país como um todo tem mostrado pouca mudança no seu ritmo de crescimento durante este longo período. Também pode ser notado que o ritmo de crescimento da Igreja aumentou em todas as regiões.
O Tamanho da Igreja Evangélica Brasileira:
Então quantos evangélicos temos no Brasil? Em 1970, o Censo constatou uma população evangélica de 4,8 milhões; em 1980 foi de 7,9 milhões; em 1991 foi de 13,7 milhões; e em 2000 foi de 26,1 milhões. Este gráfico mostra que, se o crescimento constatado entre 1991 e 2000 continuar, a população evangélica brasileira chegará a aproximadamente 55 milhões no ano 2010.
E se o crescimento continuar neste ritmo, a igreja evangélica do Brasil alcançará 50% da população no ano 2022.
Em toda a região Sul o crescimento dos evangélicos foi somente 4,32% comparado com um crescimento geral do país de 7,43%.
Oremos pela Igreja dessa região e louvemos a Deus pelo crescimento saudável da Igreja Evangélica Brasileira em taxas quatro vezes maiores que a taxa de crescimento da população durante a última década.
A presença evangélica no país não é igual em todas as regiões. A Região Nordeste está muito atrás do restante do país em termos de presença evangélica. De fato, em 2000, a porcentagem de evangélicos naquela região era somente 10,26% enquanto a média para o país inteiro era 15,41% de evangélicos.
Comparando-se as regiões do Brasil, a região Nordeste tem a menor porcentagem de evangélicos do país. Oremos pela Região Nordeste.
Para 2005, este seria o mapa da porcentagem de evangélicos na população em cada estado do Brasil usando uma projeção baseada no crescimento verificado entre 1991 e 2000. Observamos 4 estados com médias acima de 30%.
Nota-se que a região Nordeste continua sendo a região com menores índices e o estado do Piauí o único com índice inferior a 10% de evangélicos.
CONCLUSÃO
Temos muitos motivos para louvar ao Senhor, e também muito trabalho ainda para fazer.
Análise e Gráficos: SEPAL Pesquisas
Fontes de Dados: O IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, é uma fonte confiável de dados sobre a população evangélica devido às suas boas pesquisas. Durante a década de 90, importantes estudos acadêmicos e sociológicos que confirmam a validade dos dados do IBGE, foram publicados pelo ISER, Instituto de Estudos da Religião, do Rio de Janeiro e pelo Departamento de Sociologia da USP em São Paulo.
Temos que reconhecer que os dados do Censo não respondem a todas as perguntas. Por exemplo, quais grupos étnicos já foram alcançados com o Evangelho e quais não? Quantas igrejas locais já foram implantadas e onde se localizam? Porém, enquanto a Igreja brasileira se organiza para fazer sua própria pesquisa, muitas conclusões e observações podem ser feitas com base nos dados já existentes que ajudam a estabelecer alvos e planejar o trabalho na obra de alcançar o nosso Brasil com o Evangelho de Jesus Cristo.
Nos últimos anos, a Sepal Pesquisas e o Projeto Brasil 2010 levantaram informações em algumas cidades brasileiras. Visite o site www.brasil2010.org para ler os relatórios.
As informações a seguir foram baseadas nos dados do IBGE dos Censos de 1980, 1991 e 2000. Para pesquisar pessoalmente os dados sobre os grupos religiosos do Brasil, você pode visitar a página do IBGE na Internet (www.sidra.ibge.gov.br).
O Crescimento da Igreja Evangélica no Brasil:
Agradecemos a Deus pelo extraordinário crescimento que Ele tem dado à Igreja Evangélica no Brasil! A Igreja cresceu mais que o dobro do ritmo da população durante mais de 20 anos. De 1970 até 1980 a Igreja cresceu 5,06% ao ano enquanto a população cresceu 2,48% ao ano. De 1980 a 1991, este crescimento continuou numa taxa semelhante, apesar do crescimento da população diminuir um pouco (5,18% ao ano - Igreja e 1,93% ao ano - população). De 1991 a 2000, a diferença entre o crescimento da população e o crescimento dos evangélicos aumentou; o crescimento dos evangélicos chegou a superar em quatro vezes o crescimento da população do país (7,43% ao ano - Igreja e 1,63% ao ano – população).
Este gráfico mostra o crescimento dos evangélicos e da população no Brasil de 1980 a 1991 e de 1991 a 2000. Como pode perceber, existem variações regionais, mas o país como um todo tem mostrado pouca mudança no seu ritmo de crescimento durante este longo período. Também pode ser notado que o ritmo de crescimento da Igreja aumentou em todas as regiões.
O Tamanho da Igreja Evangélica Brasileira:
Então quantos evangélicos temos no Brasil? Em 1970, o Censo constatou uma população evangélica de 4,8 milhões; em 1980 foi de 7,9 milhões; em 1991 foi de 13,7 milhões; e em 2000 foi de 26,1 milhões. Este gráfico mostra que, se o crescimento constatado entre 1991 e 2000 continuar, a população evangélica brasileira chegará a aproximadamente 55 milhões no ano 2010.
E se o crescimento continuar neste ritmo, a igreja evangélica do Brasil alcançará 50% da população no ano 2022.
Em toda a região Sul o crescimento dos evangélicos foi somente 4,32% comparado com um crescimento geral do país de 7,43%.
Oremos pela Igreja dessa região e louvemos a Deus pelo crescimento saudável da Igreja Evangélica Brasileira em taxas quatro vezes maiores que a taxa de crescimento da população durante a última década.
A presença evangélica no país não é igual em todas as regiões. A Região Nordeste está muito atrás do restante do país em termos de presença evangélica. De fato, em 2000, a porcentagem de evangélicos naquela região era somente 10,26% enquanto a média para o país inteiro era 15,41% de evangélicos.
Comparando-se as regiões do Brasil, a região Nordeste tem a menor porcentagem de evangélicos do país. Oremos pela Região Nordeste.
Para 2005, este seria o mapa da porcentagem de evangélicos na população em cada estado do Brasil usando uma projeção baseada no crescimento verificado entre 1991 e 2000. Observamos 4 estados com médias acima de 30%.
Nota-se que a região Nordeste continua sendo a região com menores índices e o estado do Piauí o único com índice inferior a 10% de evangélicos.
CONCLUSÃO
Temos muitos motivos para louvar ao Senhor, e também muito trabalho ainda para fazer.
domingo, 25 de julho de 2010
Votos dos Cristãos eleições 2010
Donos de um quarto dos votos no país, os evangélicos se dizem mais dispostos a optar por José Serra (PSDB) do que por Dilma Rousseff (PT) na corrida presidencial. A disputa está tecnicamente empatada entre os católicos, que representam 62% do eleitorado. Eles dão 40% das intenções de voto ao tucano e 41% à petista.
De acordo com o Datafolha, Serra aparece 9 pontos percentuais à frente de Dilma entre os fiéis de igrejas pentecostais, que somam 16% dos entrevistados. No segmento, Serra tem 42%, e Dilma, 33%. Desde o ano passado, os candidatos travam batalha pelo apoio dos líderes das principais denominações.
Serra articula aliança com o presidente do maior ramo da Assembleia de Deus, pastor José Wellington Bezerra da Costa. Dilma conta com os votos da Igreja Universal, do bispo Edir Macedo. Entre os fiéis de igrejas não pentecostais (7% dos eleitores), o tucano aparece com vantagem de 5 pontos sobre a petista: 38% a 33%.
Serra também está à frente de Dilma entre os espíritas, que somam 3% dos entrevistados. O grupo lhe dá dianteira de 11 pontos: 44% a 33%. O duelo volta a se equilibrar entre o eleitorado que diz não seguir religião alguma. No segmento, o tucano tem 35%, contra 33% da petista, o que configura um empate técnico entre os dois.
Serra se declara católico. Dilma, que já disse não ter certeza da existência de Deus, tem procurado se apresentar como católica. Única evangélica entre os candidatos ao Planalto, Marina Silva (PV) tem mais apoio dos companheiros de crença do que dos católicos.
A verde aparece com 13% das intenções de voto nos dois grupos evangélicos. Entre os católicos, cai para 8%. Curiosamente, o melhor resultado da candidata é entre os eleitores que dizem não ter religião: 18%.
Fonte: Folha / Gospel+
Via: Pavablog
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