quinta-feira, 9 de julho de 2009

O amor de Deus por nós

Nada nos pode separar do amor de Deus. A Bíblia diz em Romanos 8:38-39 “Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem futuras, nem potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.” O amor de Deus é um amor de sacrifício. A Bíblia diz em João 3:16 “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” O amor de Deus dura para sempre. A Bíblia diz em Salmos 136:1 “Dai graças ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua benignidade dura para sempre.” Como a Bíblia descreve o amor? A Bíblia diz em 1 Coríntios 13:4-7 “O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” A Bíblia diz que devemos amar-nos uns aos outros. A Bíblia diz em 1 João 2:7-8 “Amados, não vos escrevo mandamento novo, mas um mandamento antigo, que tendes desde o princípio. Este mandamento antigo é a palavra que ouvistes. Contudo é um novo mandamento que vos escrevo, de vos ameis uns aos outros, o qual é verdadeiro nele e em vós; porque as trevas vão passando, e já brilha a verdadeira luz. O amor não é só para amigos. A Bíblia diz em Mateus 5:43, 44 “Ouvistes que foi dito: Amarás ao teu próximo, e odiarás ao teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem.” O amor é o resumo da lei de Deus. A Bíblia diz em Mateus 22:37-40 “Respondeu-lhe Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.” Podemos mostrar o nosso amor a Deus guardando os Seus mandamentos. A Bíblia diz em 1 João 5:3 “Porque este é o amor de Deus, que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são penosos.” Não deixe que o seu amor por Deus se enfraqueça. A Bíblia diz em Apocalipse 2:4-5 “Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, donde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; e se não, brevemente virei a ti, e removerei do seu lugar o teu candeeiro, se não te arrependeres.”

domingo, 5 de julho de 2009

IEQ do Cotolengo. Dízimos e ofertas

Malaquias 3:10

Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas.


Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, sim, toda esta nação.

Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes.

E por causa de vós repreenderei o devorador, e ele não destruirá os frutos da vossa terra; e a vossa vide no campo não será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos.

E todas as nações vos chamarão bem-aventurados; porque vós sereis uma terra deleitosa, diz o SENHOR dos Exércitos

Hebreus 7

Porque este Melquisedeque, que era rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, e que saiu ao encontro de Abraão quando ele regressava da matança dos reis, e o abençoou

A quem também Abraão deu o dízimo de tudo, e primeiramente é, por interpretação, rei de justiça, e depois também rei de Salém, que é rei de paz;

Sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre.

Considerai, pois, quão grande era este, a quem até o patriarca Abraão deu os dízimos dos despojos.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

IEQ do Cotolengo. Batalha espiritual

O QUE É A BATALHA ESPÍRITUAL

TEXTO BÍBLICO BÁSICO: ROMANOS 8.5-9; 2 CORÍNTIOS 10.3-5 REFLEXÃO: “ No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo”. João 16.33b

Palavra introdutória: Batalha espiritual e um dos temas mais importantes da vida cristã. Ele aparece em toda a Bíblia, desde o Gênesis ao Apocalipse. O povo de Deus sempre esteve envolvido em batalhas, conflitos, guerras, combates e confrontos espirituais. Todo crente luta, diariamente, pelo menos, contra três adversários: o diabo, a carne e o mundo.
Esta mensagem revela o inimigo, suas táticas e artimanhas; as forças satânicas e o poder das trevas; as arenas e os campos onde se travam as batalhas, e toda a movimentação dos inimigos que se levantam contra Deus e o seu povo.
Levando em conta, também, o uso da própria capacidade de cada um, o arsenal de armas ao seu dispor e, sobretudo, as estratégicas bíblicas que garantirão uma vida vitoriosa.

1-UMA REALIDADE BÍBLICA
No jardim do Éden - lugar de delícias - no início de todas as coisas, foi feita a declaração profética do próprio Deus sobre a batalha espiritual que envolveria toda a humanidade. “E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente: esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” Gênesis 3.15

O inimigo das nossas almas não quer que estejamos conscientes desta batalha. Ele procura convencer a todos que, tudo que acontece é normal e pura casualidade. Será isto verdade? As coisas absurdas que sucedem a cada instante são normais? Os crimes, as tragédias, as injustiças, as distorções sociais, a destruição desenfreada da família, dos valores morais, da ética; será tudo isto mera casualidade?

OBSERVAÇÃO: O aumento assustador da violência, guerras, terrorismo, seqüestros; o uso ilegal e desenfreado da mídia e da internet que invadem a privacidade de todos, como ondas infernais devastando e destruindo o que é bom, direito e decente, será natural?É preciso urgentemente voltar - se ás Escrituras e perceber que elas estão se cumprindo.

1.1.O CONFRONTO ENTRE JESUS E satanás – O Senhor Jesus revestiu-se da natureza humana. Assumindo tal natureza, expôs-se ás mesmas situações e dificuldades do homem (Hb 2.14).Por essa razão, satanás ousou tentá-LO para O fazer pecar. No entanto, mesmo estando sujeito a todas as fraquezas humanas Ele não pecou (Hb 4.15). Por isso, é possível que, por intermédio do Senhor Jesus, os homens tornem-se o que Ele é, isto é, filhos de Deus que estão sendo conduzidos á glória.Ele venceu satanás e também venceu a morte ( 1 Co 15.54,55).

1.2. O COMBATE DA LUZ COM AS TREVAS – A multidão que ouvia Jesus em certa ocasião ficou sem entender as Suas palavras. Ele dizia ser o filho do Homem, mas afirmava, também, que permaneceria na terra por pouco tempo. Para eles, isso era uma contradição pois haviam aprendido na lei que o Messias permaneceria para sempre.Jesus exortou-os a andar na luz, a encontrar o caminho enquanto a luz estava com eles (Jo 12.35), isto é, necessitavam de procurar a salvação enquanto havia tempo.

OBSERVAÇÃO: Jesus estava comparando a situação espiritual de Israel a essa situação. Porém, Ele se apresentava ao mundo, em trevas pelo pecado, como a luz que ilumina o caminho para o céu (Jo 8.12; 9.5).Existe, portanto, um combate das trevas com a luz. Mas a luz prevalecerá na vida de todo aquele que reconhecer o Senhor Jesus como o único e suficiente Salvador. Ele é a luz do mundo.

2. CONHECENDO OS ADVERSÁRIOS
É impossível passar despercebido o que acontece no mundo espiritual. Todo crente é vítima de ataques constantes que ocorrem no viver da cada dia.

OBSERVAÇÃO: A família, os amigos, o trabalho, a igreja e tudo o que lhe diz respeito são alvos do bombardeio do inimigo e de seus asseclas.
É preciso, urgentemente, acordar do sono da indiferença e da posição derrotista de que tudo é assim mesmo, conformando-se com uma vida medíocre, pobre, infeliz e fracassada.
OBSERVAÇÃO: Os três adversários que não dão trégua ao crente são de fato: a carne, o mundo e o diabo. E para vencê-los é preciso do revestimento do poder do Espírito Santo.

2.1. A BATALHA ENTRE O ESPÍRITO E A CARNE – O homem foi criado á imagem e semelhança de Deus. Foi criado para viver retamente em adoração constante ao Criador (Ec 7.29). O pecado, porém, manchou aquele ser que foi feito para viver em pureza e santidade.A natureza humana foi contaminada e, em conseqüência disso, duas forças antagônicas lutam constantemente: o bem contra o mal. O mal é a força negativa que atua a fim de obrigar o bem a recuar. O apóstolo Paulo explica que a carne é um dos inimigos que está em luta constante contra o espírito (Gl 5.17).

OBSERVAÇÃO: Só será vitorioso nesta batalha, quem utilizar as estratégicas bíblicas ao seu dispor (Gl 5.16), buscar a plenitude do Espírito, andar dirigido e orientado por Ele, e permitir que Ele fecunde o fruto espiritual. 2.2. AS AFLIÇÕES NO MUNDO – O Senhor Jesus adverte aos crentes com referência às tribulações que passarão no mundo. Ele afirma claramente que há apertos, pressões, lutas, aflições, adversidades etc. Entretanto, Ele declara: “Eu venci” (Jo 16.33).

OBSERVAÇÃO: As preocupações diárias, o trabalho, os estudos e o corre-corre de cada dia levam ao estresse, à angústia, às pressões, parecendo que vêm para destruir o cristão.Algumas pessoas absorvem as aflições do mundo, deixando-se dominar pelo desespero ou pela inércia ao ponto de não sentirem coragem para reagir. Outras são tomadas pelo medo e, da mesma forma, perdem a capacidade de ação.

O segredo para vencer as tribulações e aflições existentes no mundo é permanecer no Senhor Jesus. Ele diz que nEle há paz. Ele garante paz verdadeira, descanso para a alma e ânimo redobrado (Jo 14.27). Infelizmente, muitos que se dizem cristãos estão perdendo a fé e a coragem de lutar contra aquilo que o mundo oferece como sendo algo bom. OBSERVAÇÃO: O cristão não pode amar o mundo (1 Jo 2.15,16). Porque quem ama o mundo não é de Deus (Tg 4.4). Esta, pois, é a razão pela qual o mundo torna-se inimigo do crente: porque “o mundo está no maligno” (1 Jo 5.19b).

2.3. OUTRO INIMIGO PERIGOSO – Observe a advertência bíblica de 1 Pedro 5.8. Existem pessoas que não crêem ou duvidam que existe diabo.Existem até seitas, grupos religiosos que ensinam que o diabo não é tão ruim e tão mal como dizem; e que ele retornará á sua posição original como querubim ungido. Não acredite nisso. Várias passagens bíblicas provam que ele é o adversário. O Senhor Jesus o chama de inimigo, tentador, homicida, destruidor (Jo 10.10ª).Para vencer o diabo com todas as suas artimanhas, estratégias, ciladas e operações malignas, é preciso estar em sobriedade, equilíbrio e, sobretudo, vigilância constante. A armadura de Deus, a couraça da fé, estão dispor, a fim de que, fortalecido no Senhor e na autoridade do seu poder, o crente se torne um autêntico vencedor.
OBSERVAÇÃO: Não tenha medo das pessoas que se levantam pensando que são mais fortes; permaneça ligado no Senhor Jesus todo o tempo, confie na presença de Deus e saiba que a vitória está garantida.O segredo é render-se à direção do Espírito Santo. Ter domínio próprio diante das provações e hostilidades dos adversários. Não brincar com o pecado, não fazer o jogo do inimigo, não se expor ás práticas mundanas, fechar todas as brechas. Lembrar-se de que o Senhor é maior e mais forte (Rm 8.31).2.4.
GUERREANDO COM O SENHOR – Como filhos de Deus somos embaixadores em terra estranha e devemos representar nossa pátria com dignidade. Postura, comportamento, caráter ético, virtudes morais, testemunho exemplar, cuidado e vigilância são atitudes fundamentais e indispensáveis na batalha espiritual (Mt 26.41).

OBSERVAÇÃO: Fomos convocados por Deus para expandir o Seu reino no mundo em que vivemos. Fomos chamados, alistados e incorporados nos batalhões que formam o exército do Senhor para o combate espiritual. Nossa missão é arrancar as almas das mãos do diabo, dos demônios e das trevas, arrebatá-las do fogo antes que sejam destruídas (Jd 23). O cristão precisa, de fato, crer que:
. O Senhor é homem de guerra (Ex 15.3);
. Deus é o Senhor dos exércitos (Zc 4.6b);
. O Senhor peleja pelo Seu povo (Ex 14.14);
. A guerra é do Senhor (1 Sm 17.47b).

3. FÉ, UMA ARMA PODEROSA Uma das mais importantes armas na batalha espiritual que conduz á vitória é a fé. Ela aparece na Bíblia como escudo, couraça, dom, fruto, doutrina, crença etc. A fé se manifesta em diferentes medidas e estilos. Ela foi fator importantíssimo, na vida vitoriosa de muitos homens, mulheres e crianças; reis, sacerdotes, profetas, famílias, grupos e até nações inteiras.

OBSERVAÇÃO: Entretanto, na vida e no ministério do Senhor Jesus, ele alcança um brilho todo especial, e uma dimensão extraordinária. Sem nenhuma dúvida, o Senhor Jesus é o consumador da fé. 3.1. A FÉ VISLUMBRA O IMPOSSÍVEL – O poder de penetração da fé, a dimensão que ela alcança e a abrangência que ela conquista determinam que ela vê o impossível dentro da perspectiva e juízos humanos. No combate espiritual, o crente em Jesus, indispensavelmente, precisa da visão da fé que o fortalecerá, transformando as impossibilidades e as derrotas em vitórias (Hb 11.1).

3.1.1. A FÉ CONSEGUE VER O AMOR DE DEUS – Os apóstolos João, Pedro e os demais, não somente ouviram, mas através da fé, tiveram o privilégio de contemplarem o grande amor de Deus. A fé possibilita ver a luz do amor de Deus.
OBSERVAÇÃO: Quando tudo e todos ao redor do cristão viram-lhe as costas, quando parece que as portas se fecham e a esperança desaparece, a fé enxerga o grande amor de Deus que fortalece e concede a vitória.

3.2. PELA FÉ SE AVISTA AO LONGE – A fé que é exercida pelo cristão não tem limite de visão. Não somente alcança o que esta perto, as coisas presentes, mas também as ocultas, as coisas futuras.

OBSERVAÇÃO: Mesmo que os dias presentes sejam de lutas e adversidades, que venham ataques de todos os lados, os cristão não deve se render, abaixar a cabeça, perder a esperança (Hb 12.2a).

3.3. A FÉ DIVISA O FUTURO – Moisés, chamado e escolhido por Deus para ser o grande líder e libertador do povo de Israel, tinha à sua disposição tudo aquilo que pode tornar uma pessoa vitoriosa dentro da ótica humana. Prestígio, capacidade intelectual, conhecimentos, fortuna, projeção, poder político, apoio popular, herança real (filho da filha de Faraó); tudo desenhado para ele ser o próximo líder mundial. Dentro do contexto daquele tempo, Moisés era o sucessor natural do grande rei Faraó, senhor do Egito e de todo o mundo de então (Ex 2.10). A fé plantada no coração de Moisés, por sua mãe Joquebede, enxergava o futuro.

OBSERVAÇÃO: A visão da fé brilhava nos olhos de Moisés. Ela penetrava além daquela situação. Moisés contemplava a terra de Canaã prometida pelo Senhor, terra boa, fecunda, que manava leite e mel. A fé olhava o futuro do seu povo, Israel, assentado e estabelecido em sua própria terra, vivendo pacificamente entre os demais povos.Muitas vezes, como ocorreu com Moisés, diante do crente está o mar Vermelho. As dificuldades, os desertos infestados de serpentes e escorpiões, o numeroso exército inimigo, adversários poderosos ameaçando a cada instante. Entretanto, precisa estar ciente de que o futuro não será assim. O amanhã será melhor. A fé em Deus e na Sua palavra levará a ver a terra que foi prometida. Terra abençoada, porque se trata de mansões celestiais. 3.3.1.
Por meio da fé, vemos Jesus. Não um Cristo derrotado, humilhado sem poder algum para salvar, curar e solucionar os problemas do ser humano. Pela fé, batalhamos a alcançamos vitória. Utilizando a fé, que uma vez foi dada aos santos, vencemos o mundo, o diabo, os demônios e todos os adversários. Em pleno combate, a visão da fé revela o Cristo coroado (Ap 14.14), que veio a este mundo, aqui viveu, batalhou poderosamente, salvou, curou, libertou e restaurou milhares de vidas. Ele morreu na cruz, após três dias ressuscitou gloriosamente, foi coroado pelo Pai no céu, onde está agora, intercedendo por nós. A fé vê o Cristo coroado (Hb 2.9).

3.3.2. A FÉ VÊ A GLÓRIA DE DEUS – O Senhor Jesus, em certa ocasião, declarou que a fé exercida possibilita a visão da glória de Deus (Jo 11.40). Ver a glória de Deus significa divisar a vitória final.

CONCLUSÃO
Os inimigos são fortes. Não se pode duvidar do que o inimigo mais audacioso é capaz de fazer para distrair o cristão, desmoralizar a sua fé, colocar dúvidas em seu coração e empecilhos em seu caminho. Mas fiel é Deus que não há de desamparar os que O buscam.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Por que orar?


Toda Teça feira, culto poderoso de oração às 20:00 hrs.


Venha conversar com DEUS.


IEQ do Cotolengo
ORAÇÃO

Não andeis ansiosos de coisa alguma. Em tudo, porém sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições pela oração e pela súplica com ações de graças.Filipenses 4:6

Deus tem um propósito a realizar, mas ele precisa que o homem esteja disposto a orar, para que se estabeleça Sua vontade aqui na Terra, está é a função da oração, preparar um caminho para que Deus realize Sua vontade, assim como uma locomotiva necessita dos trilhos para andar, Deus necessita da oração do homem para levar adiante Sua vontade, sendo assim o homem deve fazer com que sua vontade seja unida com a vontade de Deus para que se estabeleçam seus designos, como podemos ver em 1 Jo 5:14-15 "E esta é a confiança que temos para com ele, que, se pedirmos alguma cousa segundo a sua vontade, ele nos ouve. E, se sabemos que ele nos ouve quanto ao que lhe pedimos, estamos certos de que obtemos os pedidos que lhe temos feito.", a oração tem como objetivo que nós venhamos a fazer com que a vontade de Deus se estabeleça aqui na terra, desta forma, devemos conhecer melhor a vontade de Deus, para que nossas orações sejam agradáveis a Deus e nossos propósitos sejam cumpridos.

A oração é o estabelecimento de um diálogo do homem com Deus, sendo que, devemos estar atentos a resposta de Deus, que vem através de nosso espírito ou através das circunstâncias exteriores. É através da oração que nós colocamos nossas ansiedades nas mãos de Deus, crendo que Ele é poderoso para nos dar paz interior, e resolver nossos problemas da melhor maneira possível para nosso crescimento espiritual. Quando somos iluminados por Deus, em nossa consciência, de nossos pecados, nós devemos imediatamente pedir perdão a Deus, através da oração, pedindo para sermos lavados pelo seu sangue, e nossos pecados seram perdoados.
Devemos estar sempre orando, para sermos guardados das tentativas de satanás de nos levar ao pecado. Podemos dizer que a oração é o nosso termômetro espiritual, quando nós não conseguimos orar, indica que não estamos bem espiritualmente. Devemos aprender a observar o falar divino, em nosso espírito, enquanto estamos orando, pois Deus se comunica conosco através de nossa intuição, que é uma das partes do nosso espírito, mas cabe a nós, utilizando o nosso conhecimento bíblico, discernirmos se é ou não de Deus este falar, pois o inimigo pode também tentar nos enganar, lançando pensamentos em nossa mente que sutilmente nos induziram ao pecado.

Vamos analisar o trecho da Bíblia mais importante sobre a oração, que se encontra em Mt 6:5-13:

5 E, quando orardes, não sereis como os hipócritas; porque gostam de orar em pé nas sinagogas e nos cantos das praças, para serem vistos dos homens. Em verdade vos digo que eles já receberam a recompensa.
6 Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará.
7 E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos.
8 Não vos assemelheis, pois, a eles; porque Deus, o vosso Pai, sabe o de que tendes necessidade, antes que lho peçais.
9 Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome;
10 venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu;
11 o pão nosso de cada dia dá-nos hoje;
12 e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores;
13 e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém!

A oração não é algo formal, para atrair a atenção do homens, como faziam os fariseus, e por isso foram condenados (v. 5). Eles estavam acostumados a orar formalmente 18 vezes ao dia, segundo as leis herdadas dos antepassados, e observavam com rigor pontual os horários destinados à oração, onde quer que estivessem. Por isso, com freqüência eram obrigados a orar em público, e os judeus, admirados, sempre os surpreendiam em sua prática nas esquinas das ruas. A oração passou a ter , então, caráter de mero ritualismo, sem consistência espiritual, onde o que contava era a exterioridade sofisticada de palavras vazias para receber o louvor humano.
A oração também não é como a reza, uma repetição interminável de enunciados que não traduzem os sentimentos do coração (v. 7). Este era o costume dos gentios, adeptos das religiões politeístas, que horas a fio repetiam mecanicamente as mesmas palavras diante de seus deuses, o que mereceu a veemente reprovação do Senhor Jesus, pois o mesmo estava ocorrendo com os praticantes da religião judaica.

Afinal o que é a oração? A melhor definição encontra-se, é obvio, na Bíblia. Nenhum conceito teológico expressa com a mesma clareza e simplicidade o que ela significa. A oração é segundo as Escrituras, uma via de mão dupla através da qual o crente , com se clamor, chega à presença de Deus, e este vem ao seu encontro, com as respostas (Jr 33:3 " Invoca-me, e te responderei; anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas, que não sabes."). A oração é fruto espontâneo da consciência de um relacionamento pessoal com o Todo-Poderoso, onde não há espaço para o monólogo, pois quem ora não apenas fala, mas também precisa estar disposto a ouvir. É um diálogo onde o crente aprofunda sua comunhão com Deus e ambos conversam numa linguagem que tem como intérprete o Espírito Santo (Rm 8:26-27 "Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis. E aquele que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito, porque segundo a vontade de Deus é que ele intercede pelos santos.") .

A Bíblia é o livro da oração . Suas páginas evocam grandes momentos da história humana que foram vividos em oração. Compare Js 10:12-15 "e os sidônios, e os amalequitas, e os maonitas vos oprimiam, e vós clamáveis a mim, não vos livrei eu das suas mãos? Contudo, vós me deixastes a mim e servistes a outros deuses, pelo que não vos livrarei mais. Ide e clamai aos deuses que escolhestes; eles que vos livrem no tempo do vosso aperto. Mas os filhos de Israel disseram ao SENHOR: Temos pecado; faze-nos tudo quanto te parecer bem; porém livra-nos ainda esta vez, te rogamos.;" e 2 Rs 6:17 "Orou Eliseu e disse: SENHOR, peço-te que lhe abras os olhos para que veja. O SENHOR abriu os olhos do moço, e ele viu que o monte estava cheio de cavalos e carros de fogo, em redor de Eliseu.".
Desde o seu primeiro livro, Gênesis, até Apocalipse, fica claro que orar é parte da natureza espiritual do ser humano, assim como a nutrição é parte do seu sistema fisiológico. Os grandes fatos escatológicos, como previstos no último livro da Bíblia, serão resultado das orações dos santos, que clamam a Deus ao longo dos séculos pelo cumprimento de sua justiça (Ap 5:8 "e, quando tomou o livro, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo cada um deles uma harpa e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos,"; Ap 8:3-4 "Veio outro anjo e ficou de pé junto ao altar, com um incensário de ouro, e foi-lhe dado muito incenso para oferecê-lo com as orações de todos os santos sobre o altar de ouro que se acha diante do trono; e da mão do anjo subiu à presença de Deus a fumaça do incenso, com as orações dos santos.").

Orar não pode ser visto como ato de penitência para meramente subjugar a carne. Em nenhum momento a Bíblia traz esta ênfase. Oração não é castigo (assim como a leitura das Escrituras), idéia que alguns pais equivocadamente passam para os filhos, quando os ordena a orar como disciplina por alguma desobediência. Eles acabam criando uma verdadeira repulsa à vida de oração, desconhecendo o verdadeiro valor que ela representa para as suas vidas, por terem aprendido pela prática a reconhecê-la apenas como meio de castigo pessoal. Ao contrário, se aprenderem que orar é ato que eleva o espírito e brota de maneira espontânea do coração consciente de sua indispensabilidade, como ensina a Bíblia, saberão cultivar a oração como exercício de profunda amizade com Deus que resulta em crescimento espiritual (Cl 1:9 " Por esta razão, também nós, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós e de pedir que transbordeis de pleno conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual;"). De igual modo, o mesmo acontecerá conosco.

Podemos observar o valor da oração, observando os heróis da fé, descritos em Hebreus 11, que exercitam sua fé através da oração. Não só eles, mas outros personagens da Bíblia tiveram igual experiência. Abraão subiu ao monte Moriá, para o sacrifício de Isaque, porque seu nível de comunhão com Deus através da oração era tal que ele sabia tratar-se de uma prova de fé (Gn 22:5-8 "Então, disse a seus servos: Esperai aqui, com o jumento; eu e o rapaz iremos até lá e, havendo adorado, voltaremos para junto de vós. Tomou Abraão a lenha do holocausto e a colocou sobre Isaque, seu filho; ele, porém, levava nas mãos o fogo e o cutelo. Assim, caminhavam ambos juntos. Quando Isaque disse a Abraão, seu pai: Meu pai! Respondeu Abraão: Eis-me aqui, meu filho! Perguntou-lhe Isaque: Eis o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto? Respondeu Abraão: Deus proverá para si, meu filho, o cordeiro para o holocausto; e seguiam ambos juntos."). É o exemplo da oração que persevera e confia. Enoque vivênciou a oração de maneira tão intensa que a Bíblia o denomina como aquele que andava com Deus (Gn 5:24 "Andou Enoque com Deus e já não era, porque Deus o tomou para si."). É o exemplo da oração em todo o tempo.

Moisés trocou a honra e a opulência dos palácios egípcios porque teve o privilégio de falar com o Senhor face a face e com ele manter íntima comunhão por toda a vida , ver Êx 3:1-22 e Ex 4:1-17, ele é o exemplo da oração que muda as circunstâncias. Entre os profetas destaca-se, Elias, cujo exemplo Tiago aproveita para ensinar que o crente sujeito às mesmas fraquezas, pode diante de Deus (Tg 5:17-18 "Elias era homem semelhante a nós, sujeito aos mesmos sentimentos, e orou, com instância, para que não chovesse sobre a terra, e, por três anos e seis meses, não choveu. E orou, de novo, e o céu deu chuva, e a terra fez germinar seus frutos."). É o exemplo da oração que supera as deficiências humanas.

Esses heróis são as testemunhas mencionadas em Hb 12:1 "Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta,". Ou seja, se eles, que não viveram na dispensação do Espírito Santo, tiveram condições de viver de modo tão intenso na presença de Deus, quanto mais o crente, hoje, que conta com o auxílio permanente e direto do Espírito Santo, movendo-o para uma vida de oração. Todos os crentes necessitam, devem e podem ter mesma vida de oração que os santos da Bíblia e tantos outros que a história eclesiástica registra, como George Muller, João Hide, Lutero e Watman Nee.

O maior exemplo de oração, no entanto, foi o próprio Mestre. Sendo ele o Filho de Deus, cujos atributos divinos lhes asseguravam o direito de agir sobrenaturalmente, podia dispensar a oração como prática regular de sua vida. No entanto, ao humanizar-se, esvaziou-se de todas as prerrogativas da divindade e assumiu em plenitude a natureza humana (Fp 2:5-8 "Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz.") experimentando todas as circunstâncias inerentes ao homem, inclusive a tentação (Hb 4:15 "Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado."; Mt 4:1-11 "A seguir, foi Jesus levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. E, depois de jejuar quarenta dias e quarenta noites, teve fome. Então, o tentador, aproximando-se, lhe disse: Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães. Jesus, porém, respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus. Então, o diabo o levou à Cidade Santa, colocou-o sobre o pináculo do templo e lhe disse: Se és Filho de Deus, atira-te abaixo, porque está escrito: Aos seus anjos ordenará a teu respeito que te guardem; e: Eles te susterão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra. Respondeu-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus. Levou-o ainda o diabo a um monte muito alto, mostrou-lhe todos os reinos do mundo e a glória deles e lhe disse: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares. Então, Jesus lhe ordenou: Retira-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto. Com isto, o deixou o diabo, e eis que vieram anjos e o serviram.").

Ora, isto significa que o Senhor dependeu tanto da oração como qualquer outra pessoa que se proponha a servir integralmente a Deus. Ela foi o instrumento pelo qual pôde suportar as afrontas, não dar lugar ao pecado, tomar sobre si o peso da cruz e vencer o maligno (Mt 26:36-46 "Em seguida, foi Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto eu vou ali orar; e, levando consigo a Pedro e aos dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se. Então, lhes disse: A minha alma está profundamente triste até à morte; ficai aqui e vigiai comigo. Adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres. E, voltando para os discípulos, achou-os dormindo; e disse a Pedro: Então, nem uma hora pudestes vós vigiar comigo? Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca. Tornando a retirar-se, orou de novo, dizendo: Meu Pai, se não é possível passar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade. E, voltando, achou-os outra vez dormindo; porque os seus olhos estavam pesados. Deixando-os novamente, foi orar pela terceira vez, repetindo as mesmas palavras. Então, voltou para os discípulos e lhes disse: Ainda dormis e repousais! Eis que é chegada a hora, e o Filho do Homem está sendo entregue nas mãos de pecadores. Levantai-vos, vamos! Eis que o traidor se aproxima.").

Os evangelhos registram a vida de oração do Mestre. Ele orava pela manhã (Mc 1:35 "Tendo-se levantado alta madrugada, saiu, foi para um lugar deserto e ali orava."), à tarde (Mt 14:23 "E, despedidas as multidões, subiu ao monte, a fim de orar sozinho. Em caindo a tarde, lá estava ele, só.") e passava noites inteiras em comunhão com Deus (Lc 6:12 "Naqueles dias, retirou-se para o monte, a fim de orar, e passou a noite orando a Deus."). Se Ele viveu esse tipo de experiência 24 horas por dia, de igual modo Deus espera a mesma atitude de cada crente. Não apenas uns poucos minutos, com palavras rebuscadas de falsa espiritualidade, para receber as honras dos homens, mas em todo o tempo, como oferta de um coração que se dispõe a permanecer humildemente no altar de oração.

A oração modelo, registrada em Mt 6:9-13, não é simplesmente uma fórmula para ser repetida. Se assim fosse, o Mestre não teria condenado as "vãs repetições" dos gentios. Seria uma incongruência. O seu propósito é revelar os pontos principais que dão forma ao conteúdo da oração cristã. Ela não é uma oração universal, mas se destina exclusivamente àqueles que podem reconhecer a Deus como Pai, por intermédio de Jesus Cristo. A oração do crente, sincera e completa em seu objetivo, traz em si estes aspectos:

Reconhecimento da soberania divina (Pai nosso, que estás nos céus,);
Reconhecimento da santidade divina (santificado seja o teu nome;);
Reconhecimento da vinda do reino no presente e sua implantação no futuro (venha o teu reino;);
Submissão sincera à vontade divina (faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu;)
Reconhecimento que Deus supre as nossas necessidades pessoais (11 o pão nosso de cada dia dá-nos hoje;);
Disposição de perdoar para receber perdão (e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores;);
Proteção contra a tentação e as ações malignas (e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal);
Desprendimento para adorar a Deus em sua glória (pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém!).

Os requisitos para que uma oração seja eficaz são:
Nossas orações não serão atendidas se não tivermos fé genuína, verdadeira (Mc 11:24 "Por isso, vos digo que tudo quanto em oração pedirdes, crede que recebestes, e será assim convosco."; Mc 9:23 "Ao que lhe respondeu Jesus: Se podes! Tudo é possível ao que crê."; Hb 10:22 "aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado de má consciência e lavado o corpo com água pura.", Tg 1:17 " Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança."; Tg 5:15 "E a oração da fé salvará o enfermo, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados.").

Nossas orações devem ser feitas em nome de Jesus, ou seja, devem estar em harmonia com a pessoa, caráter e vontade de nosso Senhor (Jo 14:13-14 "E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei.").

A nossa oração deve ser feita segundo a vontade de Deus que muitas vezes nos é revelada pela sua palavra, que por sua vez deve ser lida com oração (Ef 6:17-18 "Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos", 1 Jo 5:14 " E esta é a confiança que temos para com ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve.", Mt 6:10 "venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu;"; Lc 11:2 "Então, ele os ensinou: Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o teu nome; venha o teu reino;"; Mt 26:42 "Tornando a retirar-se, orou de novo, dizendo: Meu Pai, se não é possível passar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade.") .

Devemos andar segundo a vontade de Deus, amá-lo e agradá-lo para que Ele atenda as nossas orações (Mt 6:33 "33 buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas."; 1 Jo 3:22 "e aquilo que pedimos dele recebemos, porque guardamos os seus mandamentos e fazemos diante dele o que lhe é agradável.", Jo 15:7 "Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito."; Tg 5:16-18 "Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo.", Sl 66:18 "Se eu no coração contemplara a vaidade, o Senhor não me teria ouvido.", Pv 15:8 "O sacrifício dos perversos é abominável ao SENHOR, mas a oração dos retos é o seu contentamento.").
Finalmente, para uma oração eficaz, precisamos ser perseverantes (Mt 7:7-8 "Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á."; Cl 4:2 "Perseverai na oração, vigiando com ações de graças."; 1 Ts 5:17 "Orai sem cessar."; Sl 40:1 "Esperei confiantemente pelo SENHOR; ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro.").

Em princípio, o crente deve orar em todo o tempo (1Ts 5:17 "Orai sem cessar."; Ef 6:18 "com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos"). É um estado permanente de comunhão com Deus, onde o seu pensar está ligado as coisas que são do alto (Cl 3:2 "Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra;"). É uma condição que não dá lugar para ser atingido pelos dardos inflamados do inimigo, pois seu espírito está sempre alerta, através da oração. Ele deve, no entanto, ter momentos específicos de oração pela manhã, à tarde ou à noite, como fez o nosso Senhor Jesus. Orações públicas, como as que se fazem nos cultos, são também uma prática bíblica, desde que não repitam o formalismo, a exterioridade e a hipocrisia dos fariseus. O Senhor Jesus mesmo, por diversas vezes, orou publicamente (Jo 11:41-42 "Tiraram, então, a pedra. E Jesus, levantando os olhos para o céu, disse: Pai, graças te dou porque me ouviste. Aliás, eu sabia que sempre me ouves, mas assim falei por causa da multidão presente, para que creiam que tu me enviaste.").

O lugar onde se mede a intensidade da comunhão do crente com Deus é no seu "lugar secreto" (Mt 6:6 "Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará.") para estar a sós com o Senhor. É ali, sozinho, com as portas fechadas para as coisas que o cercam e abertas para o Senhor, que ele de fato revela se a oração é para si mera formalidade ou meio que o conduz à presença de Deus para um diálogo íntimo, pessoal e restaurador com Aquele que deseja estar lado a lado com seus filhos. "A menos que exista tal lugar, a oração pessoal não se manterá por muito tempo nem de maneira persistente". A oração do crente não tem como propósito atrair a atenção dos homens, mas é o meio por excelência de seu encontro pessoal com Deus, para que cresçamos em fé e vivamos uma vida cheia do Espírito Santo, guardando-nos do maligno. Jesus é o Senhor. Amém.
Fonte:

As estratégias do diabo.

O DIABO EVOLUIU EM SUAS ESTRATÉGIAS



Efésios 6: 11-2" Quando nos referimos sobre as ciladas do diabo", e também os seus laços e ardis", devemos estar cientes de que o diabo:


1º) perdeu seu lugar e lugar privilegiado,

2º) está disposto a destruir os filhos e as criaturas de Deus; e

3º) evoluiu dentro do sistema chamado mundo, e suas estratégias passaram muito além do campo da enfermidade, opressão ou perseguição.


Vejamos, portanto, quais as estratégias ou meios que o diabo utiliza contra a igreja em nossos dias, conhecendo quais são suas astutas ciladas hoje.


A ANSIEDADE


É uma das armas modernas de destruição da personalidade e das famílias. É marcada por um desejo de realização acelerado. A ansiedade manifesta-se na impaciência, sensação afetiva, precipitação interior.Está presente nos relacionamentos pessoais, na área afetiva. Jovens que se predispõem a casar-se sem ter certeza de seus sentimentos.No setor de trabalho, não esperar a hora certa da promoção. Ansiar por recompensas antecipadas de um trabalho ainda não realizado.Nos negócios, comprar precipitadamente e endividar-se por estar muito ansioso. Vender por preço muito baixo aquilo que se adquiriu com tanto esforço.Essas e outras falhas das mais variadas são atribuídas á ansiedade, que é uma das armas para a destruição do homem. Devemos esperar em Deus, em oração, confiar no seu cuidado, para não cairmos no laço da ANSIEDADE que leva o cristão a tomar atitudes precipitadas.

ANTÍDOTO: Sl 40: 1 Pe 3:9 e Fp 4: 6-7.


A INSATISFAÇÃO


É o vazio presente em algumas áreas da vida pessoal ou comunitária, gerando predisposição a não gostar de nada do que ocorre e não aceitar fatos bons ou ruins.Muitos cristãos têm dado lugar ao diabo. Nada os preenche mais. E, de maneira tola, dão as mãos para pessoas como Datã, Coré, e Abirão, como em Números 16, os quais estavam sempre descontentes e acabaram tragados pela terra. Vigie para que sua alma não seja tragada por atitudes semelhantes." Se o grão de trigo não morrer, não pode dar fruto". Seu "EU" ou "EGO" deve morrer para que dê a vida a outros e você mesmo a tenha ricamente, Jo 12:24.O ANTÍDOTO é a gratidão: Veja quanto Deus lhe tem concedido e seja grato, Sl 150.Isto atinge todas as áreas da vida humana: em casa, no trabalho, nas viagens, na igreja. Hoje, há muitas pessoas insatisfeitas e murmuradoras. Sim, inclusive na Igreja! Nada pior que um indivíduo azedo, sempre do contra. Faça o inverso, pare de reclamar, seja grato, louve, adore e agradeça ao Senhor.Avalie o que é melhor e mais louvável no reino: servir ou ser servido? A satisfação está no servir.

ANTÍDOTO: Sl 92:1, Fp 4: 11-12, Cl 4: 17. Louvar, orar e fazer tudo para Jesus.


A CARÊNCIA AFETIVA


É marcada pela ausência de um relacionamento carinhoso, meigo, no presente ou no passado. A pessoa assim tratada se sente ferida, tem desejos de ser amada, valorizada em seus sentimentos.Nem todos, mas muitos casos de adultério são provenientes, nascidos, concebidos na carência afetiva.Os jovens e as jovens que caem nesse "laço" não percebem e saem da igreja para satisfazer esta falta, acabam sucumbindo-se diante do poderio do pecado.Por que Milca, filha de Saul, o rei, teria ficado em casa e não estava na comitiva que trazia a arca? Por que o desprezo dela, vendo e participando da alegria de Davi? Por que estava contrariada, vendo que o seu marido "pulava" de alegria? Não estaria ela descontente por causa de uma carência afetiva não curada? Será que o rei Davi cuidava melhor do reino que do seu casamento e da sua esposa? 2 Sm 6: 16. Sim, depois Davi caiu com Batseba. Podemos até supor que Milca tenha se fechado, magoada, triste e rancorosa para com Davi e isso talvez tenha aberto para ele a porta para a primeira mulher que estivesse, na visão de Davi, ao seu alcance, 2 Sm 11: 2

.ANTÍDOTO: a) Para os solteiros - Expor para Deus a sua necessidade e buscar ajuda de alguém que seja um constante intercessor e orientador, Fp 4: 19; b) Para os casados: conversar com o cônjuge sobre suas carências e desejos, orar para que ambos sempre se comuniquem e sejam humildes em confessar suas necessidades. Se necessário, busquem conselho com alguém nessa área e creiam que há, sim, pessoas confiáveis e ajudadoras.


O MATERIALISMO


É a busca constante do ter, possuir, adquirir, acumular, usufruir os bens, viver em prol do dia-a-dia, sufocando inconstantemente o desejo da espiritualidade latente no homem. A corrida materialista desenfreada de nossos dias coloca de lado o espiritualismo sob a idéia errada de que os bens preenchem a alma.Falo para os cristãos renovados, ciente de que muitos podem se achar dentro desse laço e talvez queiram " Ganhar o mundo todo", esquecendo-se de que podem, nesse "ganhar", perder a sua alma.Sou filho do Rei! Ouço muitos dizerem. Concordo, mas lembro que o reino do nosso Rei começa com "justiça, paz e alegria no Espírito", Rm 14: 17, e que não é comida nem bebida. Em resumo: não é em si a matéria. Disse Jesus: "meu reino não é deste mundo".E além de ser filho do rei, sou "servo". Não estou dizendo que você não pode ser próspero, ser rico, não! Você pode ser "mordomo" de grandes e pequenas quantias. Malaquias me lembra agora que "quem é fiel no pouco terá sobre si o derramar de bênção tal que advenha maior abastança".Os bens materiais vêm naturalmente na vida do cristão. Não há necessidade de se jogar sem salva-vidas no mar do consumo e submergir nas ondas das dívidas e juros traiçoeiros, prosperidade não se busca só na área material, mas sobretudo no poder e na graça de Deus.

ANTÍDOTO: Buscar em primeiro lugar o reino de Deus, Mt 6: 33. Tudo provém dele e deve ser para ele. Você é cristão por SER ou por TER?


CONCLUSÃO

Avalie com cuidado as colocações destes tópicos e veja se você não está ainda nesses laços modernos do inimigo. Ele é astuto! Se você perceber qualquer fraqueza, clame ao Senhor, pule fora! E ajude outros a vencer. O caminho para a vitória é a oração, a leitura atenta da Palavra, a comunhão com o Senhor.

Fonte:
http://www.informequadrangular.com

sábado, 27 de junho de 2009

Editora Quadrangular

A proposta de criação de uma editora ligada à Igreja do Evangelho Quadrangular foi aprovada pelo Conselho Nacional no ano de 1988, mas a editora em si foi iniciada apenas em 1991. Ela nasceu de uma oferta enviada pelos irmãos dos Estados Unidos da América para a publicação do livro "Fundamentos da Teologia Pentecostal".

Essa oferta, junto com o trabalho intenso do Pastor Waldir Agnello e da Pastora Marli de Jesus, tiraram do papel e trouxeram para a realidade a Editora e Publicadora Quadrangular Rev. Dr. George Russel Faulkner. O nome foi uma homenagem justa ao presidente que liderou a igreja durante vinte e seis anos.

Os primeiros livros publicados foram Fundamentos da Teologia Pentecostal, Evangelho Quadrangular e Historia de uma vida. Seu estatuto foi registrado no ano de 1992, e sua diretoria é composta dos sócios fundadores, sócios mantenedores, sócios beneméritos e sócios transitórios. Os primeiros são os membros do Conselho Nacional de Diretores e os Coordenadores Nacionais da época de sua fundação, os últimos são os membros do Conselho Nacional atual.
Hoje, pertencem a essa diretoria os seguintes servos do Senhor:

Rev. Eduardo Zdrojewski
Rev. Jeronimo Onófre as Silveira
Rev. Tércio Cruz Rosa
Rev. Carlos Claro da Rosa
Rev.ª. Lequéria Zdrojewski
Rev. Jaime Paliarin
Rev. João Cavalheiro
Rev. Luiz Carlos Pinto
Rev. César Augusto dos Santos
Rev. Josué Bengtson
Rev. Ernesto Taconi
Rev. Manoel Martins Pereira
Rev. João Luiz Rocha
Rev. Narcizo Luiz Parizzoto
Rev. Reinaldo Santos e Silva
Rev. Waldir Agnello
Rev. Antonio Genaro de Oliveira
Rev.ª. Maria do Carmo Santos
Rev. Manoel Maria dos Santos
Rev.ª. Marli de Jesus
Rev. Mário de Oliveira
Rev. Onésimo Rodrigues de Barros
Rev. Rogério Amorim

Conheça a Série Memórias Quadrangular

Uma produção em parceria do Departamento Histórico Quadrangular e a Editora Quadrangular, a série Memórias traz a história de personalidades importantes da igreja e do avanço da própria fé cristã no Brasil. Três livros que você não pode perder:

Memórias de Harold Williams
Memórias de George Russel Faulkner
Memórias de Onésimo de Barros

Leia também o livro Aimee - Sua Vida, Sua Obra e conheça mais sobre a evangelista que fundou a Igreja do Evangelho Quadrangular e trouxe um grande avivamento aos Estados Unidos da América.

Ligue 0800-11-0551 e peça já o seu exemplar!

Todos os direitos reservados pelo Departamento Histórico da Igreja do Evangelho Quadrangular

Fonte:
http://www.quadrangularbrasil.com.br/htdocs/editora_quadrangular.htm

quinta-feira, 25 de junho de 2009

IEQ do Cotolengo. Armadilhas

Armadilhas

Existem muitas armadilhas que o inimigo costuma preparar para nos desviar do alvo. Uma delas são os pecados, que quebram a nossa comunhão com o Senhor e nos tiram do caminho. No entanto, este truque não é o mais usado, e nem o mais eficiente, para tirar os salvos da batalha. O maior truque do coisa-ruim é saber usar a vida secular para nos afastar de Deus.
Não que a vida secular seja um pecado – nós sequer podemos viver sem ela! Porém, muitas vezes a vida secular torna-se a prioridade das nossas vidas e nos afasta da Igreja. Uma pessoa cantava no coral, e se afasta por causa do trabalho. Outra no louvor, e se afasta por causa dos estudos. Algumas deixam de ir a Igreja por causa de amigos ou namoros. Muita coisa tende a nos afastar das atividades da Igreja, principalmente conforme nos percebemos mais responsáveis por nossas vidas.
No Sermão do Monte, Jesus nos falou sobre este problema:
"Não estejais ansiosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer, ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo mais do que o vestuário? [...] não vos inquieteis, dizendo: Que havemos de comer? ou: Que havemos de beber? ou: Com que havemos de vestir? (Pois a todas estas coisas os gentios procuram.) Porque vosso Pai celestial sabe que precisais de tudo isso. Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã; porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal." (Mateus 6:25/31-34)
É natural que nós cresçamos, e consigamos trabalho, e tenhamos menos tempo livre. E também é claro que nem todos serão pastores e missionários – só poucos dedicarão tanto de suas vidas à obra. Mas todos precisamos dedicar parte de nossas vidas a Deus.
Quando chegamos ao ponto da vida em que estamos apenas esquentando o banco da Igreja, é sinal de que a nossa Fé na palavra do Senhor está meio abalada. Quando nos afastamos por trabalho, nos esquecemos que é Deus quem provem nosso sustento. Quando nos afastamos por namoro, ignoramos que a pessoa certa vem do Senhor, e se uma pessoa nos afasta Dele não deve ser nem um pouco certa para nós.
A promessa é "buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas", e não "dê tudo que tem, e receberá 1000 vezes mais". Deus não quer dedicação em obras na Igreja a todo momento, mas quer a nossa dedicação naquilo que Ele nos pede para fazer. Alguns serão missionários, outros darão ofertas, e outros participarão de atividades como louvor e evangelismo. Quanto a isso, que tudo seja feito de coração. O importante é procurar um tempo para mostrar nossa gratidão para o Senhor.
Acaba aí? Claro que não. Precisamos sobretudo cultivar nossa comunhão com Deus em cada mínima ação, tentar agradá-lo com nossas vidas. É dar o testemunho em cada ato. E louvar, orar, agradecer por tudo. É amar o próximo. É evitar o pecado pela oração e pela vigilância contínua. E sobretudo ter Fé e jamais esquecer de que na verdade é Dele que dependemos para tudo.
Ninguém disse que é fácil – a vida se mostra cheia de situações em que parece melhor abrir mão da Fé e tentar fazer o seu. Não que devamos abandonar nossas responsabilidades perante nossas vidas, mas devemos ter Fé em que o Senhor cuida de nossas vidas, e buscar primeiro o reino de Deus. Quando nos desviamos disso, acreditando na idéia do inimigo de que devemos primeiro garantir o nosso para, depois (se sobrar tempo) dar algo para Ele, até o nosso perde o gosto.
E o momento ideal para aprender isso é a juventude. Nela, nós começamos a assumir responsabilidades – dali em diante, fica cada vez maior a tentação de abandonar a obra e cuidar de nossas vidas. Mas, ora, o Senhor é quem cuida disso pra nós! É uma promessa, se buscarmos a Deus em primeiro lugar nada do que realmente precisamos nos faltará.
Não peço que ninguém, após ler este texto, se torne um rato de Igreja. Todos temos vida secular sim, temos necessidade de trabalhar, vontade de ir ao cinema, de jogar bola, de namorar, e de fazer tantas outras coisas. Só creio que, de hoje em diante, devemos nos preocupar em buscar primeiro o reino de Deus. Tenho Fé numa coisa: não há nada melhor do que isso.


Fonte: Luiz Felipe Asp é Colaborador do eucreio.com
fonte: eucreio.com