No tempo do mimeógrafo Por: Luiz Clédio Monteiro. O mimeógrafo teve larga utilização como meio barato de produção de cópias de textos, sobretudo nas escolas. Essa máquina, inventada no início do século XX, continuou praticamente o mesmo até a década de oitenta, quando surgiram máquinas computadorizadas que, utilizando o mesmo princípio básico, mas com grande melhora na qualidade da impressão, fizeram os mimeógrafos virarem peças de museu. Nesse tempo, o crente era distribuidor de panfleto; orador em calçada de mercado; evangelista de porta em porta. A prática, veio ate pouco tempo. E, teve larga utilização com êxito no evangelismo. Os crentes batizavam seus convertidos, nos riachos às margens das estradas. E, andavam em comboio, de ônibus ou de trem; fazendo as refeições nas casas das pessoas hospitaleiras, onde aproveitavam o ensejo para evangelizar a família e os vizinhos. Era um meio prosaico e eficaz de fazer crescer o Reino de Deus, sobretudo nos interiores onde não havia igrejas implantadas, o nome de Jesus ficava enraizados nos lares através da sua personalidade espiritual e amorosa. Esses crentes, brotados dos missionários estrangeiros, foram os baluartes das igrejas, ate que surgiram os pastores advindos dos seminaristas teológicos, hoje aprimorados em psicologia que utilizando o mesmo princípio básico, mas com aparência de marqueteiros, andando em carros enormes, aliados a grandes estruturas palacianas. E, com vultuosidade na forma de pregar, manobram as massas com propósito alienados às suas denominações; e, classificaram os empoeirados crentes evangelistas, em leigos, colocando-os como peças de museu nos últimos bancos das igrejas. As maquinas computadorizadas, não são relacionadas de forma alguma, como sendo um aperfeiçoamento do velho e simples mimeógrafo. Isso para não afetar o seu estilo futurístico. Da mesma forma, o religioso moderno, freqüentador do (único) culto dominical, insiste ser identificado como “cristão”, para nunca ser confundido com aquele impertinente e inconveniente crente (pobre), de paletó surrado; acirrado em sua fé, que de bíblia na mão, articulava provérbios num batido português de sotaque. O mimeógrafo, foi um importante meio para a produção de panfletos “subversivos” naqueles “Anos de Chumbo”. Também o crente, de microfone na mão e a Bíblia na outra, pregando em frente aos mercados e feiras, foi um importante mensageiro aos pecadores para sua possível salvação; e, ao mesmo tempo, um árbitro que não se calava frente aos opressores. Mas apesar do mimeógrafo ter sido substituído pelas megas máquinas futurísticas, há quem diga que em certos lugares desse Brasil varonil, ainda se ver alguns desses dinossauros do mundo gráfico, assolando o ambiente com sua marca inconfundível de cheiro de álcool, fazendo valer as duplicações dos formulários, inclusive em cores diferentes, mostrando ainda, todo seu potencial. De tal modo, em algum lugar, ainda haveremos de ver aquele crente, que, de gravata amassada, e mangas arregaçadas, andando a pé, sem cartão de crédito, sem salário, sem lugar para dormir; multiplicando seu fruto em trinta, sessenta ou até cem vezes (Mt. 13:23), tão somente, com o potencial da sua velha Bíblia, que mais parece uma agenda. Aleluia! PS - Vejam aqui fotos dos lendários crentes desses tempos http://museubatistadosertao. |
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sexta-feira, 16 de abril de 2010
No tempo do mimeógrafo
quinta-feira, 8 de abril de 2010
A vinda do Senhor
Irmão. Se você continuar achando que todas estas desgraças, catástrofes, doenças, corrupção, maldade, etc.., é tudo normal, conseqüência da superpopulação ou sei lá o que. Você está correndo um sério risco.
Não fique indiferente. Ou você está esperando Jesus descer aqui para te avisar que a partir de agora as coisas vão começar a ficar feias e é bom você se aproximar mais Dele? Bom, então fica esperando, só depois não chore, aliás, você terá uma eternidade para chorar.
Eu acho o cúmulo pessoas que pregam o evangelho e levam a palavra de Deus a todos os que não conhecem ou acham que conhecem, terem que traçar estratégias de como posso falar sem que fulano se ofenda, sem que ciclano fique irritado. Como posso fazer para que aquela pessoa me ouça até o final da minha mensagem?
Ora bolas. Se fosse para falar do último capítulo da novela ou do BBB, ou da última fofoca da TV nem precisaria argumentar muito. Mas quando é pra falar sobre a volta de Jesus, precisamos implorar.
Olha, eu preciso te falar sobre a tua salvação. é do seu interesse, por favor, você tem um minuto?
A verdade é que muitas pessoas tem um sentimento estranho de aversão quando se fala o nome JESUS.
Ha! O meu Jesus é legal, não é esse cara vingativo que você tá falando aí não. Meu Jesus é só amor e paz, Ele não liga pra certas coisas não. O meu Jesus perdoa tudo, tá tudo beleza.O diabo não existe, o inferno é aqui mesmo, o texto da Bíblia é figurativo.
Sem contar aqueles que quando você fala no nome de Jesus ou coloca um hino para ouvir já dispara: Eu não quero falar sobre isso. Hiii! tira essa música daí que eu não gosto. O que é que os outros vão pensar? Coloca aí a "dança da bundinha"
Abra o olho irmão. Seja esperto.
(Att: Marcos Panek)
Segue um texto que encontrei na Net.
"Mas o dia do Senhor virá como ladrão de noite, no qual os céus passarão com grande estrondo e os elementos ardendo se desfarão, e a terra e as obras que nela há, se queimarão." II Pedro 3:10
Esta palavra nos alerta, que o tempo está se esgotando, a vinda do Senhor Jesus está próxima.Nos versículos anteriores fala que nos últimos tempos viriam escarnecedores, andando segundo suas próprias concupisciências dizendo: Onde está a promessa da sua vinda?
Foi assim também no tempo de Noé, a Bíblia fala que Noé avisado por Deus, começou a pregar sobre o dilúvio, mas aquele povo ria-se de Noé, achavam que ele estava louco, e não deram crédito a sua pregação.
Deus mandou Noé construir uma arca porque mandaria o dilúvio, e terminaria com todos os seres viventes da face da terra, exceto os que se salvariam dentro da arca.
Noé levou anos construindo a arca e pregando sobre o dilúvio. Quando a arca ficou pronta, Deus mandou Noé separar um casal de cada animal vivente e levar para dentro da arca, depois mandou Noé e sua família entrar.Então Deus fechou a porta por fora.E começou a chover.
As águas começaram a subir.Fico imaginando, o sofrimento daquele povo, se afogando, quantos não tentaram se aproximar da arca, quem sabe, tentando abrir aquela porta;mas a porta que Deus fecha, ninguém abre!
Que desespero daquele povo antes de morrer; tudo porque não deram crédito às Palavras de Salvação no tempo oportuno.
Nos nossos dias não é diferente, o Evangelho de Cristo tem sido pregado, mas o povo está indiferente, a humanidade está voltada para si própria, e não buscam a Deus.
São poucos os que se salvam, mas lá em Lucas 4:18 diz que:"Jesus veio para evangelizar os pobres, curar os quebrantados do coração; a pregoar liberdade aos cativos e dar vistas aos cegos; por em liberdade os oprimidos; a anunciar o ano aceitável do Senhor."
Esta passagem bíblica é um rápido resumo da transformação que ocorre em cada pessoa que aceita Jesus como seu Salvador.
Observe o amor de Deus pela sua criação: Ele deu a Noé uma arca para escapar do dilúvio e a nós pelo seu grande amor, nos deu seu único filho, Jesus Cristo, para que todo aquele que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Porque Deus insiste tanto? Por que Ele nos ama muito.Veja:"Eis que estou a porta e bato, se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa."Apocalipse 3:20. Jesus quer ser convidado a antrar em sua casa, basta que você abra a porta do seu coração e o deixe entrar.Sua vida nunca mais será a mesma.O medo, as cadeias e os grilhões que escravizam você cairão por terra.Você será livre!
Hoje vivemos o tempo da graça de Deus, mas depois que a porta da graça se fechar, não vai adiantar bater na porta, será tarde demais.Como na parábola das 10 virgens, as 5 prudentes tinham óleo em suas lâmpadas e as 5 loucas não tinham; e a meia-noite veio o noivo, as prudentes entraram para as bodas e as loucas foram comprar o azeite para as suas lâmpadas, quando voltaram, a porta estava fechada.
O escritor Andrew Bonar escreveu:" A vinda do Senhor está próxima. E Ele vira despercebidamente, quando as virgens estiverem dormindo." Pense nisso!
(Alvarina Nunes)
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Pacific Life College
Traduzido do inglês para o português
Fonte: Pacific Life College
Herança
Pacific Life College, ex-L.I.F.E. Bible College, nasceu no meio de um revival. Em 1923, Aimee Semple McPherson, um evangelista, estabeleceu um centro de treinamento para equipar homens e mulheres a se tornarem os evangelistas, missionários, pastores e professores tão desesperadamente necessária para levar as pessoas a Cristo e ao povo estabelecer na Palavra de Deus. Porque ela reconheceu a necessidade de trabalhadores para colher e cultivar a colheita de almas, ela abriu o Farol da International Foursquare Evangelism, LIFE Bible College, um instituto interdenominacional Bíblia, dedicado ao evangelismo internacional. Ambos os alunos atuais e ex-alunos continuam a abraçar o património da LIFE Bible College.
O Colégio vive hoje como um testemunho de sua obediência ao mandamento de Cristo: "Ide, pois, ensinai todas as nações ..." LIFE tem crescido de um instituto de dois anos para um dos principais Pentecostal / Carismático faculdades Bíblia. Continuamos o nosso sólido compromisso com a mensagem evangélica pentecostal. Há mais de 75 anos de vida Pacific College oferece o melhor em treinamento e equipamento para o ministério de educação centrada na Palavra de Deus e do testemunho que dá vida de Jesus Cristo.
Liderança
Como uma escola bíblica, a missão histórica e contínua LIFE está relacionada com a formação e educação das pessoas que entram no ministério. A Igreja Internacional do Evangelho Quadrangular (ICFG) tem experimentado extraordinário crescimento através dos últimos três quartos de século, com a vida desempenham um papel crucial no seu desenvolvimento. Existem hoje cerca de 2,9 milhões de membros da Igreja Quadrangular em noventa e nove países, reunidos em cerca de 25.000 igrejas. Como uma escola bíblica contemporânea e progressista, LIFE visa apoiar a formação de homens e mulheres na igreja Quadrangular e em outros lugares. A faculdade pretende melhorar a prestação dos campos ministério relevante para a igreja do século 21, incluindo especializações nas áreas de ministério pastoral, línguas bíblicas, juventude, educação, adoração e ministério transcultural. fundador da Faculdade de Aimee Semple McPherson serviu como o primeiro presidente. Dr. Rolf K. McPherson conseguiu sua sobre sua morte inesperada em 1944. Era evidente desde os primeiros dias que a faculdade exigiu um chefe de operações para supervisionar as operações do dia-a-dia. Dr. William Black serviu brevemente como o primeiro reitor do colégio. Rev. Harriet Jordânia servido com habilidade como reitor até 1937, quando observou o pastor do Evangelho Quadrangular B. Watson Teaford foi nomeado. Quando o Dr. Teaford assumiu o pastorado da Angelus Temple, o Dr. Clarence E. Hall, então executivo-chefe da faculdade Quadrangular da Bíblia canadense, foi nomeado e serviu durante vinte anos.
A partir de 1944
Em 1973 o colégio começou a transição para um executivo no site principal. Dr. Donald McGregor foi apontado como o primeiro e único diretor da faculdade executiva. Então, em 1976 Quadrangular veterano estudioso e historiador Dr. NM Van Cleave foi empossado como primeiro presidente do colégio no local, com o Dr. Rolf McPherson K. continuar no cargo de presidente do Conselho de Curadores. proeminente pastor e escritor Dr. Jack W. Hayford, uma ex-alunos e apoiante de longa data do colégio, serviu como o próximo presidente (1977 - 1982), sucedido pelo Dr. Jack E. Hamilton (1982-1992), o então atual presidente da Associação Alumni LIFE e um pastor sênior da Igreja Quadrangular em Santa Maria, na Califórnia. Foi sob a liderança capaz Dr. Hamilton que o colégio se mudou para o campus atual
Transitions
Após a demissão do Dr. Hamilton, o Conselho de Regentes chamado Dr. Ron Mehl para servir como presidente interino em 1992. Nessa altura o Dr. Dick Scott assumiu o dia-a-dia da função de operações de vice-presidente executivo, em seguida, foi empossado como sétimo presidente LIFE em 1994. background amplo Presidente Scott e da experiência como ministro, lingüista, missionário e administrador permitiu sua liderança competente em LIFE Bible College. Seu interesse e conhecimento de informática e construção de melhorias levaram a mudanças radicais na infra-estrutura da faculdade de tecnologia e instalações. Sob a liderança do Dr. Scott novos dormitórios e Hicks Student Center foram construídos, e uma série de melhorias foram feitas para o paisagismo e os edifícios existentes, fazendo com que o colégio um ambiente maravilhoso para que os alunos cresçam e floresçam. Também durante seu mandato, a faculdade exercida acreditação regional com WASC (Western Associação de Escolas e Colégios) eo nome foi mudado para a Vida Pacific College, no entanto, a nossa missão continua a mesma, para fazer avançar o Reino de Deus através do ensino e da educação.
Depois de 2000
Após a demissão do Dr. Dick Scott, em 2003, uma pesquisa presidencial foi conduzido e Mr. Dan Stewart tornou-se presidente. Durante a posse do Sr. Stewart, o colégio foi capaz de se tornar livre da dívida e continuou a desenvolver as relações com a denominação Quadrangular. Em 2008, Stewart começou a pastorear a tempo inteiro deixando uma vaga no gabinete do presidente na vida. Durante o verão de 2008, o Conselho de Curadores começou outra pesquisa presidencial. Durante o processo de seleção, o Dr. Robert Flores começou a servir o colégio, a título provisório. Novembro 2008 marcou a conclusão de que o estatuto de provisório como a Câmara confirmou Dr. Flores como o 9 º presidente da Pacific Life College. Já Dr. Flores posse está marcada por uma ênfase renovada no desenvolvimento e manutenção de relações com os pastores, igrejas e líderes dentro da denominação Quadrangular. Atualmente, os esforços de planejamento estratégico estão em andamento para determinar o futuro papel que a escola vai servir dentro da denominação, uma vez que continua a concentrar os esforços educacionais para uma perspectiva pentecostal / carismático. Esses esforços vão continuar a garantir que os alunos recebem treinamento irá fornecer uma base sólida sobre a qual construir o futuro ministério.
Fonte: Pacific Life College
Herança
Pacific Life College, ex-L.I.F.E. Bible College, nasceu no meio de um revival. Em 1923, Aimee Semple McPherson, um evangelista, estabeleceu um centro de treinamento para equipar homens e mulheres a se tornarem os evangelistas, missionários, pastores e professores tão desesperadamente necessária para levar as pessoas a Cristo e ao povo estabelecer na Palavra de Deus. Porque ela reconheceu a necessidade de trabalhadores para colher e cultivar a colheita de almas, ela abriu o Farol da International Foursquare Evangelism, LIFE Bible College, um instituto interdenominacional Bíblia, dedicado ao evangelismo internacional. Ambos os alunos atuais e ex-alunos continuam a abraçar o património da LIFE Bible College.
O Colégio vive hoje como um testemunho de sua obediência ao mandamento de Cristo: "Ide, pois, ensinai todas as nações ..." LIFE tem crescido de um instituto de dois anos para um dos principais Pentecostal / Carismático faculdades Bíblia. Continuamos o nosso sólido compromisso com a mensagem evangélica pentecostal. Há mais de 75 anos de vida Pacific College oferece o melhor em treinamento e equipamento para o ministério de educação centrada na Palavra de Deus e do testemunho que dá vida de Jesus Cristo.
Liderança
Como uma escola bíblica, a missão histórica e contínua LIFE está relacionada com a formação e educação das pessoas que entram no ministério. A Igreja Internacional do Evangelho Quadrangular (ICFG) tem experimentado extraordinário crescimento através dos últimos três quartos de século, com a vida desempenham um papel crucial no seu desenvolvimento. Existem hoje cerca de 2,9 milhões de membros da Igreja Quadrangular em noventa e nove países, reunidos em cerca de 25.000 igrejas. Como uma escola bíblica contemporânea e progressista, LIFE visa apoiar a formação de homens e mulheres na igreja Quadrangular e em outros lugares. A faculdade pretende melhorar a prestação dos campos ministério relevante para a igreja do século 21, incluindo especializações nas áreas de ministério pastoral, línguas bíblicas, juventude, educação, adoração e ministério transcultural. fundador da Faculdade de Aimee Semple McPherson serviu como o primeiro presidente. Dr. Rolf K. McPherson conseguiu sua sobre sua morte inesperada em 1944. Era evidente desde os primeiros dias que a faculdade exigiu um chefe de operações para supervisionar as operações do dia-a-dia. Dr. William Black serviu brevemente como o primeiro reitor do colégio. Rev. Harriet Jordânia servido com habilidade como reitor até 1937, quando observou o pastor do Evangelho Quadrangular B. Watson Teaford foi nomeado. Quando o Dr. Teaford assumiu o pastorado da Angelus Temple, o Dr. Clarence E. Hall, então executivo-chefe da faculdade Quadrangular da Bíblia canadense, foi nomeado e serviu durante vinte anos.
A partir de 1944
Em 1973 o colégio começou a transição para um executivo no site principal. Dr. Donald McGregor foi apontado como o primeiro e único diretor da faculdade executiva. Então, em 1976 Quadrangular veterano estudioso e historiador Dr. NM Van Cleave foi empossado como primeiro presidente do colégio no local, com o Dr. Rolf McPherson K. continuar no cargo de presidente do Conselho de Curadores. proeminente pastor e escritor Dr. Jack W. Hayford, uma ex-alunos e apoiante de longa data do colégio, serviu como o próximo presidente (1977 - 1982), sucedido pelo Dr. Jack E. Hamilton (1982-1992), o então atual presidente da Associação Alumni LIFE e um pastor sênior da Igreja Quadrangular em Santa Maria, na Califórnia. Foi sob a liderança capaz Dr. Hamilton que o colégio se mudou para o campus atual
Transitions
Após a demissão do Dr. Hamilton, o Conselho de Regentes chamado Dr. Ron Mehl para servir como presidente interino em 1992. Nessa altura o Dr. Dick Scott assumiu o dia-a-dia da função de operações de vice-presidente executivo, em seguida, foi empossado como sétimo presidente LIFE em 1994. background amplo Presidente Scott e da experiência como ministro, lingüista, missionário e administrador permitiu sua liderança competente em LIFE Bible College. Seu interesse e conhecimento de informática e construção de melhorias levaram a mudanças radicais na infra-estrutura da faculdade de tecnologia e instalações. Sob a liderança do Dr. Scott novos dormitórios e Hicks Student Center foram construídos, e uma série de melhorias foram feitas para o paisagismo e os edifícios existentes, fazendo com que o colégio um ambiente maravilhoso para que os alunos cresçam e floresçam. Também durante seu mandato, a faculdade exercida acreditação regional com WASC (Western Associação de Escolas e Colégios) eo nome foi mudado para a Vida Pacific College, no entanto, a nossa missão continua a mesma, para fazer avançar o Reino de Deus através do ensino e da educação.
Depois de 2000
Após a demissão do Dr. Dick Scott, em 2003, uma pesquisa presidencial foi conduzido e Mr. Dan Stewart tornou-se presidente. Durante a posse do Sr. Stewart, o colégio foi capaz de se tornar livre da dívida e continuou a desenvolver as relações com a denominação Quadrangular. Em 2008, Stewart começou a pastorear a tempo inteiro deixando uma vaga no gabinete do presidente na vida. Durante o verão de 2008, o Conselho de Curadores começou outra pesquisa presidencial. Durante o processo de seleção, o Dr. Robert Flores começou a servir o colégio, a título provisório. Novembro 2008 marcou a conclusão de que o estatuto de provisório como a Câmara confirmou Dr. Flores como o 9 º presidente da Pacific Life College. Já Dr. Flores posse está marcada por uma ênfase renovada no desenvolvimento e manutenção de relações com os pastores, igrejas e líderes dentro da denominação Quadrangular. Atualmente, os esforços de planejamento estratégico estão em andamento para determinar o futuro papel que a escola vai servir dentro da denominação, uma vez que continua a concentrar os esforços educacionais para uma perspectiva pentecostal / carismático. Esses esforços vão continuar a garantir que os alunos recebem treinamento irá fornecer uma base sólida sobre a qual construir o futuro ministério.
sábado, 27 de março de 2010
Mapa da época de Jesus
1. Gólgota Um possível local da crucificação de Jesus (Mt. 27:33–37).
2. Horto do Sepulcro Jesus foi enterrado (João 19:38–42). O Cristo ressuscitado apareceu à Maria Madalena no horto (João 20:1–17).
3. Fortaleza Antonia Jesus pode ter sido acusado, condenado, ridicularizado e chicoteado nesse local (João 18:28–19:16). Paulo foi preso e recontou a história de sua conversão (Atos 21:31–22:21).
4. Tanque de Betesda Jesus curou um inválido no sábado (João 5:2–9).
5. Templo Gabriel prometeu a Zacarias que Isabel teria um filho (Lc. 1:5–25). O véu do templo se rasgou quando o Salvador morreu (Mt. 27:51).
6. Alpendre de Salomão Jesus proclamou que Ele era o Filho de Deus. Os judeus tentaram apedrejá-lo (João 10:22–39). Pedro pregou o arrependimento depois de curar um coxo (Atos 3:11–26).
7. Porta Formosa Pedro e João curaram um coxo (Atos 3:1–10).
8. Pináculo do Templo Jesus foi tentado por Satanás (Mt. 4:5–7). (Há dois locais tradicionais onde esse evento pode ter ocorrido.)
9. Monte Sagrado (locais não específicos)
a. As pessoas tradicionalmente acreditam que aqui Abraão construiu um altar para o sacrifício de Isaque (Gên. 22:9–14).
b. Salomão construiu o templo (I Reis 6:1–10; II Crôn. 3:1).
c. Os babilônios destruíram o templo em cerca de 587 a.C. (II Reis 25:8–9)
d. Zorobabel reconstruiu o templo em cerca de 515 a.C. (Esd. 3:8–10; 5:2; 6:14–16).
e. Herodes expandiu a praça do templo e começou a reconstruir o templo em 17 a.C. Jesus foi apresentado no templo quando bebê (Lc. 2:22–39).
f. Aos 12 anos, Jesus ensinou no templo (Lc. 2:41–50).
g. Jesus purificou o templo (Mt. 21:12–16; João 2:13–17).
h. Jesus ensinou no templo em diversas ocasiões (Mt. 21:23–23;39; João 7:14–8:59).
i. Os romanos, sob o governo de Tito, destruíram o templo, em 70 d.C.
10. Jardim_do_Getsêmani Jesus sofreu, foi traído e foi preso (Mt. 26:36–46; Lc. 22:39–54).
11. Monte das Oliveiras
a. Jesus predisse a destruição de Jerusalém e do templo. Ele também falou da Segunda Vinda (Mt. 24:3–25:46; ver também JS—M).
b. Desse lugar Jesus ascendeu ao céu (Atos 1:9–12).
c. Em 24 de outubro de 1841, o Élder Orson Hyde dedicou a Terra Santa para o retorno dos filhos de Abraão.
12. Fonte de Giom Salomão foi ungido rei (I Reis 1:38–39). Ezequias cavou um túnel para trazer água da fonte para a cidade (II Crôn. 32:30).
13. Porta das Águas Esdras leu e interpretou a lei de Moisés ao povo (Nee. 8:1–8)
14. Vale de Hinom O falso deus Moloque era adorado, o que incluía sacrifício de crianças (II Reis 23:10; II Crôn. 28:3).
15. Casa de Caifás Jesus foi levado perante Caifás (Mt. 26:57–68). Pedro negou que conhecia Jesus (Mt. 26:69–75).
16. Cenáculo A localização tradicional onde Jesus participou da refeição da páscoa e instituiu o sacramento (Mt. 26:20–30). Ele lavou os pés dos Doze (João 13:4–17) e ensinou-os (João 13:18–17:26).
17. Palácio de Herodes Cristo foi levado perante Herodes, possivelmente nesse local (Lc. 23:7–11).
18. Jerusalém (locais não específicos)
a. Melquisedeque reinou como rei de Salém (Gên. 14:18).
b. O rei Davi capturou a cidade dos jebuseus (II Sam. 5:7; I Crôn. 11:4–7).
c. A cidade foi destruída pelos babilônios em cerca de 587 a.C. (II Reis 25:1–11).
d. O Espírito Santo desceu sobre muitas pessoas no dia de Pentecostes (Atos 2:1–4).
e. Pedro e João foram aprisionados e levados perante o conselho (Atos 4:1–23).
f. Ananias e Safira mentiram para o Senhor e morreram (Atos 5:1–10).
g. Pedro e João foram aprisionados, mas um anjo livrou-os da prisão (Atos 5:17–20).
h. Os Apóstolos escolheram sete homens para auxiliá-los (Atos 6:1–6).
i. O testemunho de Estevão aos judeus foi rejeitado e ele foi apedrejado até à morte (Atos 6:8–7:60).
j. Tiago foi assassinado (Atos 12:1–2).
k. Um anjo libertou Pedro da prisão (Atos 12:5–11).
l. Os Apóstolos tomaram uma decisão quanto à circuncisão (Atos 15:5–29).
m. Os romanos, sob o governo de Tito, destruíram a cidade, em 70 d.C.
Fonte: http://scriptures.lds.org/pt/biblemaps/12
quarta-feira, 24 de março de 2010
Benny Hinn a caminho do tribunal do divórcio.
Após mais de 30 anos de casamento, o pastor televangelista da Teologia da Prosperidade Benny Hinn está a caminho do tribunal do divórcio.
O Ministério Benny Hinn confirmou nesta quinta-feira que sua mulher, Suzanne Hinn, arquivou um pedido de divórcio no Tribunal de Orange County em 1 de fevereiro. Ela citou diferenças irreconciliáveis.
Apesar do casal ter se separado em 26 de janeiro, de acordo com documentos judiciais, a organização divulgou um comunicado expressando que Benny Hinn está chocado frente aos acontecimentos.
“Pastor Benny Hinn e seus familiares imediatos ficaram chocados e entristecidos em saber desta notícia, sem qualquer aviso prévio”, disse Don Price, conselheiro sênior de longa data do Ministério Benny Hinn. “Embora o Pastor Hinn fielmente tem se esforçado para trazer a cura para seu relacionamento, esses esforços falharam e foram recebidos com a petição de divórcio, que foi arquivado sem aviso prévio.”
Ele tem viajado ao redor do mundo com suas cruzadas de “milagres”. Os relatórios de cada evento indicam que são dezenas de curas físicas, embora Hinn tenha admitido a ABC News que não possui a comprovação médica.
Ele também disse à ABC que não tem dúvidas sobre o estilo de vida confortável que mantém – um jato particular, estadias em hotéis cinco estrelas e uma mansão multi-milionária.
“Olha, você sabe que há essa idéia que nós pregadores supostamente deveriamos andar de sandálias e bicicletas de passeio. Isso é um absurdo”, disse ele.
Hinn está atualmente sob investigação do Senado por má conduta financeira.
Traduzido de Christian Post / Gospel+
Via: Pavablog
Fonte: GNOTÍCIAS
O Ministério Benny Hinn confirmou nesta quinta-feira que sua mulher, Suzanne Hinn, arquivou um pedido de divórcio no Tribunal de Orange County em 1 de fevereiro. Ela citou diferenças irreconciliáveis.
Apesar do casal ter se separado em 26 de janeiro, de acordo com documentos judiciais, a organização divulgou um comunicado expressando que Benny Hinn está chocado frente aos acontecimentos.
“Pastor Benny Hinn e seus familiares imediatos ficaram chocados e entristecidos em saber desta notícia, sem qualquer aviso prévio”, disse Don Price, conselheiro sênior de longa data do Ministério Benny Hinn. “Embora o Pastor Hinn fielmente tem se esforçado para trazer a cura para seu relacionamento, esses esforços falharam e foram recebidos com a petição de divórcio, que foi arquivado sem aviso prévio.”
Ele tem viajado ao redor do mundo com suas cruzadas de “milagres”. Os relatórios de cada evento indicam que são dezenas de curas físicas, embora Hinn tenha admitido a ABC News que não possui a comprovação médica.
Ele também disse à ABC que não tem dúvidas sobre o estilo de vida confortável que mantém – um jato particular, estadias em hotéis cinco estrelas e uma mansão multi-milionária.
“Olha, você sabe que há essa idéia que nós pregadores supostamente deveriamos andar de sandálias e bicicletas de passeio. Isso é um absurdo”, disse ele.
Hinn está atualmente sob investigação do Senado por má conduta financeira.
Traduzido de Christian Post / Gospel+
Via: Pavablog
Fonte: GNOTÍCIAS
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Benny Hinn a caminho do tribunal do divórcio.
E se Jesus voltasse hoje?
Irmãos. Peço encarecidamente que leiam este texto até o fim. Leiam com atenção e façam uma meditação sincera, em pensamento, somente pra você e ao final responda. E se Jesus voltasse hoje, para onde eu iria?
E se ao responder, você não tiver certeza, lembre-se. ainda há tempo,mas tem que ser agora.
Se tiver dúvidas, mande-nos um e-mail,um recado ou faça-nos uma visita.
Leve isto à sério.
E se ao responder, você não tiver certeza, lembre-se. ainda há tempo,mas tem que ser agora.
Se tiver dúvidas, mande-nos um e-mail,um recado ou faça-nos uma visita.
Leve isto à sério.
Mateus 7:
21 Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.
22 Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas mara vilhas?
23 E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.
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Apocalipse
22:15
Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira.
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Izaías 8
8:19 Quando, pois, vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os adivinhos, que chilreiam e murmuram: Porventura não consultará o povo a seu Deus? A favor dos vivos consultar-se-á aos mortos?
8:20 À lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, é porque não há luz neles.
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------Isaías
44:9
Todos os artífices de imagens de escultura são vaidade, e as suas coisas mais desejáveis são de nenhum préstimo; e suas próprias testemunhas, nada vêem nem entendem para que sejam envergonhados.
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1 Pedro
3:13
Antes, santificai ao Senhor Deus em vossos corações; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós,
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1 Pedro
3:15
Porque melhor é que padeçais fazendo bem (se a vontade de Deus assim o quer), do que fazendo mal.
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Marcos 16
15 E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.
16 Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.
17 E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas;
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
Gálatas 5
19 Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia,
20 Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias,
21 Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus.
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Marcos 13
4 Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá quando todas elas estiverem para se cumprir.
5 ¶ E Jesus, respondendo-lhes, começou a dizer: Olhai que ninguém vos engane;
6 Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos.
7 E, quando ouvirdes de guerras e de rumores de guerras, não vos perturbeis; porque assim deve acontecer; mas ainda não será o fim.
8 Porque se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá terremotos em diversos lugares, e haverá fomes e tribulações. Estas coisas são os princípios das dores.
9 Mas olhai por vós mesmos, porque vos entregarão aos concílios e às sinagogas; e sereis açoitados, e sereis apresentados perante presidentes e reis, por amor de mim, para lhes servir de testemunho.
10 Mas importa que o evangelho seja primeiramente pregado entre todas as nações.
11 Quando, pois, vos conduzirem e vos entregarem, não estejais solícitos de antemão pelo que haveis de dizer, nem premediteis; mas, o que vos for dado naquela hora, isso falai, porque não sois vós os que falais, mas o Espírito Santo.
12 E o irmão entregará à morte o irmão, e o pai ao filho; e levantar-se-ão os filhos contra os pais, e os farão morrer.
13 E sereis odiados por todos por amor do meu nome; mas quem perseverar até ao fim, esse será salvo.
14 ¶ Ora, quando vós virdes a abominação do assolamento, que foi predito por Daniel o profeta, estar onde não deve estar (quem lê, entenda), então os que estiverem na Judéia fujam para os montes.
15 E o que estiver sobre o telhado não desça para casa, nem entre a tomar coisa alguma de sua casa;
16 E o que estiver no campo não volte atrás, para tomar as suas vestes.
17 Mas ai das grávidas, e das que criarem naqueles dias!
18 Orai, pois, para que a vossa fuga não suceda no inverno.
19 Porque naqueles dias haverá uma aflição tal, qual nunca houve desde o princípio da criação, que Deus criou, até agora, nem jamais haverá.
20 E, se o Senhor não abreviasse aqueles dias, nenhuma carne se salvaria; mas, por causa dos eleitos que escolheu, abreviou aqueles dias.
21 E então, se alguém vos disser: Eis aqui o Cristo; ou: Ei-lo ali; não acrediteis.
22 Porque se levantarão falsos cristos, e falsos profetas, e farão sinais e prodígios, para enganarem, se for possível, até os escolhidos.
23 Mas vós vede; eis que de antemão vos tenho dito tudo.
24 ¶ Ora, naqueles dias, depois daquela aflição, o sol se escurecerá, e a lua não dará a sua luz.
25 E as estrelas cairão do céu, e as forças que estão nos céus serão abaladas.
26 E então verão vir o Filho do homem nas nuvens, com grande poder e glória.
27 E ele enviará os seus anjos, e ajuntará os seus escolhidos, desde os quatro ventos, da extremidade da terra até a extremidade do céu.
28 ¶ Aprendei, pois, a parábola da figueira: Quando já o seu ramo se torna tenro, e brota folhas, bem sabeis que já está próximo o verão.
29 Assim também vós, quando virdes sucederem estas coisas, sabei que já está perto, às portas.
30 Na verdade vos digo que não passará esta geração, sem que todas estas coisas aconteçam.
31 Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão.
32 Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos que estão no céu, nem o Filho, senão o Pai.
33 Olhai, vigiai e orai; porque não sabeis quando chegará o tempo.
34 E como se um homem, partindo para fora da terra, deixasse a sua casa, e desse autoridade aos seus servos, e a cada um a sua obra, e mandasse ao porteiro que vigiasse.
35 Vigiai, pois, porque não sabeis quando virá o senhor da casa; se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se pela manhã,
36 Para que, vindo de improviso, não vos ache dormindo.
37 E as coisas que vos digo, digo-as a todos: Vigiai.
Mateus 18
“Então, Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas setenta vezes sete”.
Irmãos. Não importa como você esteja, Jesus pode te perdoar se houver sinceridade e arrependimento em seu coração, não se desespere. Jesus está esperando que você tome a iniciativa. Não demore.
Leia : salvação em Jesus
Leia : salvação em Jesus
Marcos Antonio Panek.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Hermenêutica Bíblica
1 – Glossário
1 – 1 – Hermenêutica - É a ciência e a arte que estuda a interpretação da
Bíblia.
Ciência porque estabelece regras positivas e invariáveis
Arte porque as suas regras são práticas.
[Do grego hermeneuticós] Ciência que tem por principal objectivo descobrir
o verdadeiro significado de um texto.
É a base para toda a crítica filológica.
Quando empregada nas Sagradas Escrituras a sua missão passa a ser
interpretar o que realmente Deus quer revelar através da Bíblia.
1 – 2 – Exegese - É a aplicação das regras estabelecidas pela
hermenêutica.
[Do grego ek + egéomai] Literalmente, arranco do texto.
É a prática da hermenêutica sagrada que busca a real interpretação dos
textos que formam o Antigo e o Novo Testamento. Vale-se, pois, do
conhecimento das línguas originais (hebraico, aramaico e grego), da
confrontação dos diversos textos bíblicos e das técnicas aplicadas na
linguística e na filosofia.
2 – EXEGESE
2.1 - A exegese é distribuída em 5 bases:
a) Exegese Estrutural - Doutrina que sustenta que o significado do texto
bíblico está além do processo de composição e das intenções do autor.
.../...
b) Exegese Gramático-histórica - princípio de interpretação bíblica que
leva em conta apenas a sintaxe e o contexto histórico no qual foi
composta a Bíblia. .../...
c) Exegese Teológica - Princípio de interpretação bíblica que toma por
parâmetro as doutrinas sistematizadas pelos estudiosos da Igreja. .../...
d) Texto e Contexto - O texto bíblico é a passagem focalizada como um
todo significado dependente do contexto para interpretação.
O contexto é o que vem antes e depois do texto .../...
e) Contexto Bíblico e Histórico - O contexto bíblico realiza-se na própria
Bíblia.
O Contexto histórico leva em consideração a época em o autor escreveu.
Nalguns casos a própria Bíblia oferece o contexto histórico, mas
noutros, é preciso recorrer a livros que abordem questões culturais e
históricas.
2.2 - A exegese é dividida em 2 tipos:
a) Exegese Rabínica - Os judeus interpretavam a Escritura letra a letra,
por causa da noção de inspiração que tinham. Se uma palavra não tinha
sentido perceptível imediatamente, eles usavam artifícios intelectuais,
para lhe dar um sentido, porque todas as palavras da Bíblia tinham que
ter uma explicação. .../...
A Igreja primitiva herdou muito do rabinismo.
Hermenêutica Bíblica
Samuel Pereira 2002 – EBS - Pág. 2
Eles encontraram nela vários sentidos, a saber: literal, pleno e
acomodatício
Literal: Sentido inerente às palavras, expressão pura e simples da ideia do
autor.
Pleno: fundado no literal, mas que tem um aprofundamento não revelado
pelo autor. Deus.
A palavra do profeta refere uma situação histórica; a apalavra de Deus
refere o futuro.
Acomodatício: é a acomodação a um sentido à parte que combina com as
palavras. É a Bíblia aplicada à realidade apenas pela coincidência dos textos.
Por exemplo, em Mateus se lê “do Egito chamei meu filho” ...para que se
cumprisse a Escritura. Mas o sentido, ou seja, a aplicação original deste
trecho não se referia ao Filho de Deus, mas à saída do Povo do Egipto.
Outro exemplo de acomodação é a aplicação a Maria dos textos do livro da
Sabedoria. Estes são mais literatura que Escritura. Todavia, crendo-se na
inspiração, aceita-se que as palavras do autor podem Ter uma significação
mais profundo que a original.
b) Exegese Católica
Na exegese católica, partia-se dos escritos dos pais da Igreja para a Bíblia.
Para a cristandade defensora dessa exegese, a Bíblia dizia aquilo que os pais
da Igreja já haviam dito. Hugo de São Vítor chegou a dizer: “aprende
primeiro o que deves crer e então vai à Bíblia para encontrares a
confirmação”. Principalmente na idade média, a exegese esteve de mãos
atadas pelas tradições e pela autoridade dos concílios. A regra era apegar-se
ao máximo aos métodos tradicionais de interpretação valorizando mais a
tradição e menos a Bíblia.../...
c) Exegese Protestante
Surgiu do protesto de alguns cristãos contra a autoridade da Igreja como
intérprete fiel da Bíblia. Lutero instituiu o princípio da “sola scriptura” (só a
Escritura), sem tradição, sem autoridade, sem outra prova que não a própria
Bíblia. A partir daquele instante, os Protestantes dedicaram-se ao estudo
mais profundo da Bíblia, antecipando-se mesmo aos Católicos.
Mas o princípio posto por Lutero possibilitou um desastre hermenêutico, pois
ele mesmo disse que cada um interpretasse a Bíblia como entendesse, isto
é, como o Espírito Santo o iluminasse.
Por causa deste entendimento de Lutero surgiram várias correntes de
interpretação, que podem se resumir em Três: a conservadora, a
racionalista e a Hegeliana.
A conservadora parte daquele princípio da inspiração como ditado, em
que se consideram até os pontos massoréticos como inspirados. Não se
deve aplicar qualquer método científico para entender o que está
escrito. É só ler e, do modo que Deus quiser, se compreende.
A racionalista foi influenciada pelo iluminismo e começou a negar os
milagres. Daí passou-se à negação de certos factos, como os referentes
a Abraão. Afirmam que as narrações descritas, como prova o
vocabulário, os costumes, são coisas de uma época posterior, atribuído
àquela por ignorância. Esta teoria teve muito sucesso e começaram a
surgir várias ‘vidas’ de Jesus em que ele era apresentado como um
pregador popular, frustrado, fracassado.
Hegeliana. Nessa perspectiva, o apóstolo Paulo, entusiasmado, teria
feito uma doutrina, que a atribuiu a Cristo (tese). Depois, João, com seu
Evangelho constituiu a antítese. Finalmente São Marcos fez a síntese.
Hermenêutica Bíblica
Samuel Pereira 2002 – EBS - Pág. 3
3 – PRINCÍPIOS BÁSICOS DE EXEGESE
Dez princípios básicos para a Interpretação Bíblica
1. Denomina-se princípio da unidade escriturística. Sob a inspiração divina a
Bíblia ensina apenas uma teologia. Não pode haver diferença doutrinária
entre um livro e outro da Bíblia;
2. Aprender a ler cuidadosamente o texto .Ter atenção com as virgulas,
pontos finais e parágrafos, pontos de exclamação e interrogação, dois
pontos e ponto e virgula.
3. A Bíblia interpreta a própria Bíblia. Este princípio vem da Reforma
Protestante. O sentido mais claro e mais fácil de uma passagem explica
outra com o sentido mais difícil e mais obscuro.
4. Jamais esquecer a Regra Áurea da Interpretação, chamada por Orígenes
de Analogia da Fé. O texto deve ser interpretado através do conjunto das
Escrituras e nunca através de textos isolados.
5. Sempre ter em vista o contexto. Ler o que está antes e o que vem depois
para concluir aquilo que o autor tinha em mente.
6. Primeiro procura-se o sentido literal, a menos que as evidências
demonstrem que este é figurativo.
7. Ler o texto em todas nas traduções mais verosímeis.
8. O trabalho de interpretação é científico e espiritual, por isso deve ser feito
com isenção de ânimo e tentando-se desprender de qualquer preconceito .
9. Fazer algumas perguntas relacionadas com a passagem para chegar a
conclusões circunstanciais. Por exemplo: a) Quem escreveu? b) Quando e
onde foi escrito? c) Qual o tema ou a razão principal do escritor? d) A quem
se dirigiu o escritor?
10. Feita a exegese, se o resultado obtido contrariar os princípios
fundamentais da Bíblia, ele deve ser colocado de lado.
4 - A LINGUAGEM DA BÍBLIA
4.1 – Inspiração Divina. Segundo o testemunho da própria Escritura
Sagrada, ela foi divinamente inspirada, útil para o ensino, para a
repreensão, para a correcção, para a educação na justiça, com o fim do
homem de Deus ser perfeito, e perfeitamente habilitado para toda boa
obra”. Numa palavra, a Escritura tem por objectivo fazer o homem “sábio
para a salvação pela fé em Cristo Jesus” (II Tm.3.15,16).
4.2 – Simplicidade. O entendimento da bíblia é simples para o sábio .
(Aquele que tem a instrução Professor Deus).
4.3 – Exortações, Obrigações, Promessas e Deveres . A cada passo as
páginas da biblia revela grandes princípios cristãos expressos em linguagem
simples e clara, evidente e palpável.
4.4 – História, narrativas e profecias. A forma descritiva das passagens
difere dos autores humanos, mas não altera o principio divino.
4.5 – Grego e Hebraico. Os textos do Antigo testamento estão escritos
em Hebraico, língua dos judeus enquanto que os escritos do Novo
Testamento foram escritos em Grego.
Hermenêutica Bíblica
Samuel Pereira 2002 – EBS - Pág. 4
5. FIGURAS DE LINGUAGEM NO TEXTO BÍBLICO
5.1 Metáfora: é a figura em que se afirma que alguma coisa é o que ela
representa ou simboliza, ou com o que se compara. (Zc.3.8).
5.2 Símile: também afirma que alguma coisa é o que ela representa ou
simboliza, sendo que apresenta um elemento comparador. (Is.53.2).
5.3 Metonímia: o emprego do nome de uma coisa pelo de outra com que
tem certa relação (Gn.25.26; Lc.16.29; Gn.41.13; Jó.32.7)
5.4 Sinédoque: a substituição de uma ideia por outra que lhe é associada
(Mt.3.5; 6.11; Gn.3.19; 19.20).
5.5 Hipérbole: É a afirmação em que as palavras vão além da realidade
literal das coisas (Dt.1.28).
5.6 Ironia: É a expressão dum pensamento em palavras que, literalmente
entendidas, exprimem sentido oposto (Gn.3.22;Jz.10.14; Jó.12.2; Mt.27.40).
5.7 Prosopopeia: É a personificação de coisas ou de seres irracionais
(Sl.35.10; Jó.12.7; Gn.4.4).
5.8 Antropomorfismo: É a linguagem que atribui a Deus acções e
faculdades humanas, e até órgãos e membros do corpo humano (Gn.8.12;
Sl.74.11).
5.9 Enigma: É a enunciação duma ideia em linguagem difícil de entender.
(Jz.14.14)
5.10 Alegoria: É a narrativa em que as pessoas representam ideias ou
princípios (Gl.4.21-31).
5.11 Parábolas: É uma forma de história colhida da natureza ou de
ocorrências diárias normais, que lança luz sobre uma lição moral ou
religiosa.../...
5.12 Profecia: A profecia da Escritura pode ser definida como a inspirada
declaração da vontade e propósitos divinos. (Ver. Is.61.1,2; Lc.4.21). Não se
deve esquecer que Jesus é o tema de toda a profecia (I Pe.1.10,11).
5.13 Tipos: É uma classe de metáforas que não consiste meramente em
palavras, mas em factos, pessoas ou objectos que designam factos
semelhantes, pessoas, ou objectos no porvir (Hb.9.8,9; Jo.3.14; Mt.12.40).
5.14 Símbolos: É uma espécie de tipo pelo qual se representa alguma
coisa ou algum facto, por meio doutra coisa ou facto conhecido, para servir
de semelhança ou representação. É diferente do tipo por não prefigurar a
coisa que representa. Ele simplesmente representa o objecto (Ap.5.5; I
Pe.5.8; Js.2.18). Os símbolos podem ser apresentados na forma de
objectos (sangue, ouro, etc.); nomes (Abraão, Israel, Jacó, etc);
números (seis, sete, oito, etc.) e cores (púrpura, escarlate, etc.).
5.15 Poesia: é a mensagem de Deus revelada através do lirismo da poesia
judaica. Está presente desde Génesis até o Apocalipse. A poesia hebraica
não possui rima. Composta por paralelismo: sinônimico – o segundo verso
repete com sinónimos (Sl.20.2,3; Pv.23.24,25); antitético – o segundo verso
é uma antítese ao primeiro. (Sl.1.6; 71.7; Pv.12.1,2) e sintético – o segundo
verso amplia a mensagem do primeiro (Sl.19.7; 119.97,103; Pv.23.23).
Hermenêutica Bíblica
Samuel Pereira 2002 – EBS - Pág. 5
6 – REGRAS PARA EXEGESE
6.1 Interpretar lexicalmente: É conhecer a etimologia das palavras, o
desenvolvimento histórico de seu significados e o seu uso no texto sob
consideração. Esta informação pode ser conseguida com a ajuda de bons
dicionários
6.2 Interpretar sintacticamente: O intérprete deve conhecer os
princípios gramaticais da língua na qual o documento está escrito, para
primeiro, ser interpretado como foi escrito. .../...
6.3 Interpretar contextualmente. Deve-se ter em mente a inclinação do
pensamento de todo o texto. Então pode-se notar a “cor do pensamento”,
que cerca a passagem que está sendo estudada. A divisão em versículos e
capítulos facilita a procura e a leitura, mas não deve ser utilizada como guia
para delimitação do pensamento do autor. .../...
6.4 Interpretar historicamente: O intérprete conhecer as maneiras,
costumes, e psicologia do povo no meio do qual o escrito foi produzido.
7. PRINCÍPIOS DE INTERPRETAÇÃO BÍBLICA
7.1 : Estuda a Bíblia partindo do pressuposto de que ela é a autoridade
suprema em questões de religião, fé e doutrina. A autoridade tem a ver
com a vontade, com a obediência e com o fazer (Mt.7.29).
7.2: Não esqueças que a Bíblia é a melhor intérprete de si mesma, isto é: a
Bíblia interpreta a Bíblia. Os maiores inimigos da Bíblia não são seus
opositores, mas os seus expositores que tentam encontrar na Bíblia defesa
para as suas ideias absurdas (Gn.3.1-5). Vidé as seitas ditas cristãs.
7.3: Depende da fé salvadora e do Espírito Santo a compreensão e
interpretação da Escritura. (II Co.4.4)
7.4: Interpreta a experiência pessoal à luz das Escrituras e não as Escrituras
à luz da experiência pessoal.../...
7.5: Os exemplos bíblicos só têm autoridade prática quando amparados por
uma ordem que os faça mandamento universal. O exemplo de cada pessoa
que protagoniza os acontecimentos podem não ser realizáveis por qualquer.
(Gn.9.20,21; Lc.13.32).
7.6: O principal propósito da Escritura é mudar nossas vidas e não
multiplicar nossos conhecimentos.
7.7: Apesar da importância da história da Igreja, ela não chega a ser
decisiva na fiel interpretação da Escritura. Devemos afirmar que a Igreja
não determina o que a Bíblia ensina; antes a Bíblia é que determina o que a
Igreja deve ensinar.
Hermenêutica Bíblica
Samuel Pereira 2002 – EBS - Pág. 6
8 – MÉTODOS DE ESTUDO DA BÍBLIA
Método é a maneira ordenada de fazer alguma coisa. É um procedimento
seguido passo a passo, cujo objectivo é levar o estudante a uma conclusão.
8.1 Método Analítico – Analisar algo é estudar em seus pormenores,
detalhe por detalhe, tendo o cuidado de anotar os aspectos por menores
que eles sejam e por mais insignificantes que eles pareçam ser.
É o método microscópico.
8.2 Método Sintético – Aborda cada livro como uma unidade inteira e
procura entender o seu sentido como um todo. Procura analisar o livro de
forma global.
É o método telescópico.
8.3 Método Temático – É o método de estudo de um tema específico.
8.4 Método Biográfico – Aborda narrativas e exposições biográficas de
personagens bíblicos .
8.5 Método Histórico – É o método de estudo com sentido histórico de
livros ou passagens bíblicas. Consideram-se os factos contemporâneos,
lugares, tendências, movimentos e outras questões.
8.6 Método Teológico – É o método de estudo onde se sistematiza as
doutrinas bíblicas. .../....
8.7 Método Devocional – É o método de estudo da Bíblia com fins de
aplicar várias passagens às necessidades particulares do crente.
“nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. Porque a
profecia nunca foi produzida por vontade dos homens, mas os homens da
parte de Deus falaram movidos pelo Espírito Santo” (II Pe.1.20,21).
Referências bibliográficas
Andrade, C. C. de. Dicionário Teológico.
Rio de Janeiro: CPAD, 1996. Lund, E. &
Nelson P. C. Hermenêutica. 14ª ed. São
Paulo: Vida, 1998. Oliveira, R. Como
estudar e interpretar a Bíblia. Rio de
Janeiro: CPAD, 1986. Veloso, A. Como
estudar a Bíblia. São Paulo: Novas Edições
Líderes Evangélicos, 1989.
1 – 1 – Hermenêutica - É a ciência e a arte que estuda a interpretação da
Bíblia.
Ciência porque estabelece regras positivas e invariáveis
Arte porque as suas regras são práticas.
[Do grego hermeneuticós] Ciência que tem por principal objectivo descobrir
o verdadeiro significado de um texto.
É a base para toda a crítica filológica.
Quando empregada nas Sagradas Escrituras a sua missão passa a ser
interpretar o que realmente Deus quer revelar através da Bíblia.
1 – 2 – Exegese - É a aplicação das regras estabelecidas pela
hermenêutica.
[Do grego ek + egéomai] Literalmente, arranco do texto.
É a prática da hermenêutica sagrada que busca a real interpretação dos
textos que formam o Antigo e o Novo Testamento. Vale-se, pois, do
conhecimento das línguas originais (hebraico, aramaico e grego), da
confrontação dos diversos textos bíblicos e das técnicas aplicadas na
linguística e na filosofia.
2 – EXEGESE
2.1 - A exegese é distribuída em 5 bases:
a) Exegese Estrutural - Doutrina que sustenta que o significado do texto
bíblico está além do processo de composição e das intenções do autor.
.../...
b) Exegese Gramático-histórica - princípio de interpretação bíblica que
leva em conta apenas a sintaxe e o contexto histórico no qual foi
composta a Bíblia. .../...
c) Exegese Teológica - Princípio de interpretação bíblica que toma por
parâmetro as doutrinas sistematizadas pelos estudiosos da Igreja. .../...
d) Texto e Contexto - O texto bíblico é a passagem focalizada como um
todo significado dependente do contexto para interpretação.
O contexto é o que vem antes e depois do texto .../...
e) Contexto Bíblico e Histórico - O contexto bíblico realiza-se na própria
Bíblia.
O Contexto histórico leva em consideração a época em o autor escreveu.
Nalguns casos a própria Bíblia oferece o contexto histórico, mas
noutros, é preciso recorrer a livros que abordem questões culturais e
históricas.
2.2 - A exegese é dividida em 2 tipos:
a) Exegese Rabínica - Os judeus interpretavam a Escritura letra a letra,
por causa da noção de inspiração que tinham. Se uma palavra não tinha
sentido perceptível imediatamente, eles usavam artifícios intelectuais,
para lhe dar um sentido, porque todas as palavras da Bíblia tinham que
ter uma explicação. .../...
A Igreja primitiva herdou muito do rabinismo.
Hermenêutica Bíblica
Samuel Pereira 2002 – EBS - Pág. 2
Eles encontraram nela vários sentidos, a saber: literal, pleno e
acomodatício
Literal: Sentido inerente às palavras, expressão pura e simples da ideia do
autor.
Pleno: fundado no literal, mas que tem um aprofundamento não revelado
pelo autor. Deus.
A palavra do profeta refere uma situação histórica; a apalavra de Deus
refere o futuro.
Acomodatício: é a acomodação a um sentido à parte que combina com as
palavras. É a Bíblia aplicada à realidade apenas pela coincidência dos textos.
Por exemplo, em Mateus se lê “do Egito chamei meu filho” ...para que se
cumprisse a Escritura. Mas o sentido, ou seja, a aplicação original deste
trecho não se referia ao Filho de Deus, mas à saída do Povo do Egipto.
Outro exemplo de acomodação é a aplicação a Maria dos textos do livro da
Sabedoria. Estes são mais literatura que Escritura. Todavia, crendo-se na
inspiração, aceita-se que as palavras do autor podem Ter uma significação
mais profundo que a original.
b) Exegese Católica
Na exegese católica, partia-se dos escritos dos pais da Igreja para a Bíblia.
Para a cristandade defensora dessa exegese, a Bíblia dizia aquilo que os pais
da Igreja já haviam dito. Hugo de São Vítor chegou a dizer: “aprende
primeiro o que deves crer e então vai à Bíblia para encontrares a
confirmação”. Principalmente na idade média, a exegese esteve de mãos
atadas pelas tradições e pela autoridade dos concílios. A regra era apegar-se
ao máximo aos métodos tradicionais de interpretação valorizando mais a
tradição e menos a Bíblia.../...
c) Exegese Protestante
Surgiu do protesto de alguns cristãos contra a autoridade da Igreja como
intérprete fiel da Bíblia. Lutero instituiu o princípio da “sola scriptura” (só a
Escritura), sem tradição, sem autoridade, sem outra prova que não a própria
Bíblia. A partir daquele instante, os Protestantes dedicaram-se ao estudo
mais profundo da Bíblia, antecipando-se mesmo aos Católicos.
Mas o princípio posto por Lutero possibilitou um desastre hermenêutico, pois
ele mesmo disse que cada um interpretasse a Bíblia como entendesse, isto
é, como o Espírito Santo o iluminasse.
Por causa deste entendimento de Lutero surgiram várias correntes de
interpretação, que podem se resumir em Três: a conservadora, a
racionalista e a Hegeliana.
A conservadora parte daquele princípio da inspiração como ditado, em
que se consideram até os pontos massoréticos como inspirados. Não se
deve aplicar qualquer método científico para entender o que está
escrito. É só ler e, do modo que Deus quiser, se compreende.
A racionalista foi influenciada pelo iluminismo e começou a negar os
milagres. Daí passou-se à negação de certos factos, como os referentes
a Abraão. Afirmam que as narrações descritas, como prova o
vocabulário, os costumes, são coisas de uma época posterior, atribuído
àquela por ignorância. Esta teoria teve muito sucesso e começaram a
surgir várias ‘vidas’ de Jesus em que ele era apresentado como um
pregador popular, frustrado, fracassado.
Hegeliana. Nessa perspectiva, o apóstolo Paulo, entusiasmado, teria
feito uma doutrina, que a atribuiu a Cristo (tese). Depois, João, com seu
Evangelho constituiu a antítese. Finalmente São Marcos fez a síntese.
Hermenêutica Bíblica
Samuel Pereira 2002 – EBS - Pág. 3
3 – PRINCÍPIOS BÁSICOS DE EXEGESE
Dez princípios básicos para a Interpretação Bíblica
1. Denomina-se princípio da unidade escriturística. Sob a inspiração divina a
Bíblia ensina apenas uma teologia. Não pode haver diferença doutrinária
entre um livro e outro da Bíblia;
2. Aprender a ler cuidadosamente o texto .Ter atenção com as virgulas,
pontos finais e parágrafos, pontos de exclamação e interrogação, dois
pontos e ponto e virgula.
3. A Bíblia interpreta a própria Bíblia. Este princípio vem da Reforma
Protestante. O sentido mais claro e mais fácil de uma passagem explica
outra com o sentido mais difícil e mais obscuro.
4. Jamais esquecer a Regra Áurea da Interpretação, chamada por Orígenes
de Analogia da Fé. O texto deve ser interpretado através do conjunto das
Escrituras e nunca através de textos isolados.
5. Sempre ter em vista o contexto. Ler o que está antes e o que vem depois
para concluir aquilo que o autor tinha em mente.
6. Primeiro procura-se o sentido literal, a menos que as evidências
demonstrem que este é figurativo.
7. Ler o texto em todas nas traduções mais verosímeis.
8. O trabalho de interpretação é científico e espiritual, por isso deve ser feito
com isenção de ânimo e tentando-se desprender de qualquer preconceito .
9. Fazer algumas perguntas relacionadas com a passagem para chegar a
conclusões circunstanciais. Por exemplo: a) Quem escreveu? b) Quando e
onde foi escrito? c) Qual o tema ou a razão principal do escritor? d) A quem
se dirigiu o escritor?
10. Feita a exegese, se o resultado obtido contrariar os princípios
fundamentais da Bíblia, ele deve ser colocado de lado.
4 - A LINGUAGEM DA BÍBLIA
4.1 – Inspiração Divina. Segundo o testemunho da própria Escritura
Sagrada, ela foi divinamente inspirada, útil para o ensino, para a
repreensão, para a correcção, para a educação na justiça, com o fim do
homem de Deus ser perfeito, e perfeitamente habilitado para toda boa
obra”. Numa palavra, a Escritura tem por objectivo fazer o homem “sábio
para a salvação pela fé em Cristo Jesus” (II Tm.3.15,16).
4.2 – Simplicidade. O entendimento da bíblia é simples para o sábio .
(Aquele que tem a instrução Professor Deus).
4.3 – Exortações, Obrigações, Promessas e Deveres . A cada passo as
páginas da biblia revela grandes princípios cristãos expressos em linguagem
simples e clara, evidente e palpável.
4.4 – História, narrativas e profecias. A forma descritiva das passagens
difere dos autores humanos, mas não altera o principio divino.
4.5 – Grego e Hebraico. Os textos do Antigo testamento estão escritos
em Hebraico, língua dos judeus enquanto que os escritos do Novo
Testamento foram escritos em Grego.
Hermenêutica Bíblica
Samuel Pereira 2002 – EBS - Pág. 4
5. FIGURAS DE LINGUAGEM NO TEXTO BÍBLICO
5.1 Metáfora: é a figura em que se afirma que alguma coisa é o que ela
representa ou simboliza, ou com o que se compara. (Zc.3.8).
5.2 Símile: também afirma que alguma coisa é o que ela representa ou
simboliza, sendo que apresenta um elemento comparador. (Is.53.2).
5.3 Metonímia: o emprego do nome de uma coisa pelo de outra com que
tem certa relação (Gn.25.26; Lc.16.29; Gn.41.13; Jó.32.7)
5.4 Sinédoque: a substituição de uma ideia por outra que lhe é associada
(Mt.3.5; 6.11; Gn.3.19; 19.20).
5.5 Hipérbole: É a afirmação em que as palavras vão além da realidade
literal das coisas (Dt.1.28).
5.6 Ironia: É a expressão dum pensamento em palavras que, literalmente
entendidas, exprimem sentido oposto (Gn.3.22;Jz.10.14; Jó.12.2; Mt.27.40).
5.7 Prosopopeia: É a personificação de coisas ou de seres irracionais
(Sl.35.10; Jó.12.7; Gn.4.4).
5.8 Antropomorfismo: É a linguagem que atribui a Deus acções e
faculdades humanas, e até órgãos e membros do corpo humano (Gn.8.12;
Sl.74.11).
5.9 Enigma: É a enunciação duma ideia em linguagem difícil de entender.
(Jz.14.14)
5.10 Alegoria: É a narrativa em que as pessoas representam ideias ou
princípios (Gl.4.21-31).
5.11 Parábolas: É uma forma de história colhida da natureza ou de
ocorrências diárias normais, que lança luz sobre uma lição moral ou
religiosa.../...
5.12 Profecia: A profecia da Escritura pode ser definida como a inspirada
declaração da vontade e propósitos divinos. (Ver. Is.61.1,2; Lc.4.21). Não se
deve esquecer que Jesus é o tema de toda a profecia (I Pe.1.10,11).
5.13 Tipos: É uma classe de metáforas que não consiste meramente em
palavras, mas em factos, pessoas ou objectos que designam factos
semelhantes, pessoas, ou objectos no porvir (Hb.9.8,9; Jo.3.14; Mt.12.40).
5.14 Símbolos: É uma espécie de tipo pelo qual se representa alguma
coisa ou algum facto, por meio doutra coisa ou facto conhecido, para servir
de semelhança ou representação. É diferente do tipo por não prefigurar a
coisa que representa. Ele simplesmente representa o objecto (Ap.5.5; I
Pe.5.8; Js.2.18). Os símbolos podem ser apresentados na forma de
objectos (sangue, ouro, etc.); nomes (Abraão, Israel, Jacó, etc);
números (seis, sete, oito, etc.) e cores (púrpura, escarlate, etc.).
5.15 Poesia: é a mensagem de Deus revelada através do lirismo da poesia
judaica. Está presente desde Génesis até o Apocalipse. A poesia hebraica
não possui rima. Composta por paralelismo: sinônimico – o segundo verso
repete com sinónimos (Sl.20.2,3; Pv.23.24,25); antitético – o segundo verso
é uma antítese ao primeiro. (Sl.1.6; 71.7; Pv.12.1,2) e sintético – o segundo
verso amplia a mensagem do primeiro (Sl.19.7; 119.97,103; Pv.23.23).
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6 – REGRAS PARA EXEGESE
6.1 Interpretar lexicalmente: É conhecer a etimologia das palavras, o
desenvolvimento histórico de seu significados e o seu uso no texto sob
consideração. Esta informação pode ser conseguida com a ajuda de bons
dicionários
6.2 Interpretar sintacticamente: O intérprete deve conhecer os
princípios gramaticais da língua na qual o documento está escrito, para
primeiro, ser interpretado como foi escrito. .../...
6.3 Interpretar contextualmente. Deve-se ter em mente a inclinação do
pensamento de todo o texto. Então pode-se notar a “cor do pensamento”,
que cerca a passagem que está sendo estudada. A divisão em versículos e
capítulos facilita a procura e a leitura, mas não deve ser utilizada como guia
para delimitação do pensamento do autor. .../...
6.4 Interpretar historicamente: O intérprete conhecer as maneiras,
costumes, e psicologia do povo no meio do qual o escrito foi produzido.
7. PRINCÍPIOS DE INTERPRETAÇÃO BÍBLICA
7.1 : Estuda a Bíblia partindo do pressuposto de que ela é a autoridade
suprema em questões de religião, fé e doutrina. A autoridade tem a ver
com a vontade, com a obediência e com o fazer (Mt.7.29).
7.2: Não esqueças que a Bíblia é a melhor intérprete de si mesma, isto é: a
Bíblia interpreta a Bíblia. Os maiores inimigos da Bíblia não são seus
opositores, mas os seus expositores que tentam encontrar na Bíblia defesa
para as suas ideias absurdas (Gn.3.1-5). Vidé as seitas ditas cristãs.
7.3: Depende da fé salvadora e do Espírito Santo a compreensão e
interpretação da Escritura. (II Co.4.4)
7.4: Interpreta a experiência pessoal à luz das Escrituras e não as Escrituras
à luz da experiência pessoal.../...
7.5: Os exemplos bíblicos só têm autoridade prática quando amparados por
uma ordem que os faça mandamento universal. O exemplo de cada pessoa
que protagoniza os acontecimentos podem não ser realizáveis por qualquer.
(Gn.9.20,21; Lc.13.32).
7.6: O principal propósito da Escritura é mudar nossas vidas e não
multiplicar nossos conhecimentos.
7.7: Apesar da importância da história da Igreja, ela não chega a ser
decisiva na fiel interpretação da Escritura. Devemos afirmar que a Igreja
não determina o que a Bíblia ensina; antes a Bíblia é que determina o que a
Igreja deve ensinar.
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8 – MÉTODOS DE ESTUDO DA BÍBLIA
Método é a maneira ordenada de fazer alguma coisa. É um procedimento
seguido passo a passo, cujo objectivo é levar o estudante a uma conclusão.
8.1 Método Analítico – Analisar algo é estudar em seus pormenores,
detalhe por detalhe, tendo o cuidado de anotar os aspectos por menores
que eles sejam e por mais insignificantes que eles pareçam ser.
É o método microscópico.
8.2 Método Sintético – Aborda cada livro como uma unidade inteira e
procura entender o seu sentido como um todo. Procura analisar o livro de
forma global.
É o método telescópico.
8.3 Método Temático – É o método de estudo de um tema específico.
8.4 Método Biográfico – Aborda narrativas e exposições biográficas de
personagens bíblicos .
8.5 Método Histórico – É o método de estudo com sentido histórico de
livros ou passagens bíblicas. Consideram-se os factos contemporâneos,
lugares, tendências, movimentos e outras questões.
8.6 Método Teológico – É o método de estudo onde se sistematiza as
doutrinas bíblicas. .../....
8.7 Método Devocional – É o método de estudo da Bíblia com fins de
aplicar várias passagens às necessidades particulares do crente.
“nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. Porque a
profecia nunca foi produzida por vontade dos homens, mas os homens da
parte de Deus falaram movidos pelo Espírito Santo” (II Pe.1.20,21).
Referências bibliográficas
Andrade, C. C. de. Dicionário Teológico.
Rio de Janeiro: CPAD, 1996. Lund, E. &
Nelson P. C. Hermenêutica. 14ª ed. São
Paulo: Vida, 1998. Oliveira, R. Como
estudar e interpretar a Bíblia. Rio de
Janeiro: CPAD, 1986. Veloso, A. Como
estudar a Bíblia. São Paulo: Novas Edições
Líderes Evangélicos, 1989.
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